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São Paulo, Brasil - 28 de janeiro de 2022, 13:25

Visa Vale. A força das grandes marcas

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A mais avançada tecnologia, na Visa Vale, que já nasceu fluente no idioma web, operando com cartões magnéticos, no lugar dos antigos vales-refeição e alimentação em papel, ajudou muito a fazer do empreendimento um sucesso estrondoso. “O plástico, de custo operacional bem mais baixo, de carga automática e instantânea, assim que a empresa-cliente contrata o serviço, tornou a operação economicamente viável no segmento de mercado representado pelas micro e pequenas, até então fora do sistema, ampliando o mercado-alvo por nós explorado”, avalia o presidente Newton Neiva.

Mas o que desequilibrou de vez o mercado de vales-benefício a favor da estreante, segundo o executivo, foi a combinação de quatro marcas fortes – Visa Internacional, Banco do Brasil, Bradesco e Banco Real – e, claro, a enorme capilaridade da rede que cada um delas detém e que, interligada, leva a Visa Vale aos lugares mais remotos no mapa do Brasil. “Graças ao poder de penetração do sistema, 14% dos nossos clientes jamais experimentaram o vale-benefício, embora a carteira também se tenha construído mediante avanço sobre as parcelas de mercado até aqui sob controle da concorrência”, explica Newton.

Crescimento explosivo – Sem grandes investimentos em comunicação, a empresa virtual que não vê a cara do cliente e sequer ouve a voz dele, conforme o próprio Newton, é o que se poderia chamar de fenômeno. Em apenas 24 meses, com 2,3 milhões de cartões vendidos, 90 mil estabelecimentos comerciais credenciados, 22 mil empresas clientes e apenas 80 funcionários, já é dona de 33% do mercado brasileiro de vales-benefício, que hoje movimenta algo em torno de R$ 8,2 bilhões. E promete chegar, fácil, aos 40% em dezembro, saltando do faturamento mensal de R$ 200 milhões, atualmente, para R$ 280 milhões.

O comportamento dos negócios, de janeiro a maio, faz da previsão algo bastante plausível. “No ano passado, a Visa Vale faturou R$ 1,6 bilhão, mas, apenas nos cinco primeiros meses de 2005, a receita já batia na casa de R$ 1 bilhão. Isso nos leva a prever que vamos chegar aos R$ 2,6 bilhões até dezembro”, calcula Newton.

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