Diálogo é a melhor saída

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Depois das cartas, telefonemas, e-mails e todas as tentativas amigáveis de cobrança, as empresas dão início ao processo de cobrança judicial. Essas ações sempre pesam mais do que uma negociação amigável e, por isso, precisam acontecer de forma que preserve o relacionamento entre empresa e cliente, e que respeite as marcas representadas pela instituição, como afirma Francisco Rabello, advogado do Grupo KSL. “Em todos os casos, buscamos sempre a melhor saída, seja para nosso cliente, seja para o cliente do nosso cliente, pois preservamos muito o relacionamento que o consumidor final tem com a marca a qual representamos”, comenta.
Além de preocupadas em manter o respeito com os clientes, as empresas também procuram se aperfeiçoar para atendê-los da melhor forma e acreditam que o diálogo é essencial. Para Rabello, quando o acordo é realizado entre empresa e cliente, diretamente, o êxito em conseguir uma boa negociação é muito grande. “O diálogo é fundamental. Podemos tentar um acordo judicial, via conversa entre advogados do cliente e da empresa, o que sempre será o melhor, sempre com ética e respeito”, afirma.
No entanto, para as empresas, o ideal é evitar que a cobrança se torne judicial, já que ela é sempre mais complicada. Porém, quando isso acontece, é preciso que ela seja realizada com o intuito de facilitar a vida do cliente. A empresa deve prezar sempre pela cobrança amigável e buscar a resolução da pendência, antes de adotar medidas judiciais, como diz o diretor do Grupo KSL, Edemilson Koji Motoda. “Todos os passos da cobrança, seja ela amigável ou jurídica, são de suma importância e deve ser feita sempre de forma correta e adequada à realidade do cliente.”