É preciso se aproximar

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Mais do que garantir uma análise de crédito segura, as empresas do setor que procuram por novas ferramentas querem um contato mais próximo com os clientes. É o que explica Almir Carrion, diretor comercial da C&M Software. “Os setores mais tradicionais no uso dessas tecnologias, e que possuem alto volume de negócios, estão em busca da automatização não somente do processo de análise, hoje mais madura, mas também do contato direto com o consumidor, seja via aplicações em dispositivos móveis, seja na interação direta com o uso de ferramentas baseadas em inteligência neural.”
A adoção a essas novas ferramentas, segundo Carrion, tem se dado pela eliminação dos processos manuais, o que traz ganhos de produtividades de até 1000%, além de reduzir os índices de fraudes e inadimplência. “O aumento de produtividade também é um ganho enorme no processo, por vezes com redução superior a 90% no tempo gasto para a finalização da análise de crédito. Desta forma, a área de crédito passa a ser parceira de negócios da área comercial, ampliando também a conversão de clientes”, comenta.
Segundo o diretor, com a economia brasileira que tem crescido em ritmo mais moderado, a busca por maior eficiência se torna ainda mais preciosa. No entanto, a adoção dessas novas tecnologias ainda enfrenta desafios, como explica Carrion. “O principal desafio é o da atualização tecnológica. As soluções até então usadas, como motores de decisão, foram ferramentas mais simples que possibilitaram alguns ganhos para a área de crédito na época de sua implantação”. 
Para auxiliar as empresas nesse sentido, na opinião do executivo, é preciso uma plataforma que permita olhar o processo de concessão fim a fim. “Assim ampliam-se as possibilidades de gestão integrada desde o comercial e incluindo a cobrança. É importante ter uma ferramenta que cruze os dados comerciais, da análise de crédito e da cobrança gerando relatórios gerenciais com agilidade, sem necessidade de uso de outras ferramentas ou solicitar a outras áreas internas da empresa”, comenta.