Os bons frutos do crédito socioambiental

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O setor financeiro torna-se um importante mediador para o desenvolvimento da consciência de iniciativas ligadas à sustentabilidade, a partir do momento em que desperta para o fato de que a economia é subsidiária integral da natureza. Da mesma forma, não pode haver economia sem que o capital natural seja uma parte integrante dos modelos de negócio e sem uma ordem social estável. Esta é a avaliação do gerente geral da Unidade de Desenvolvimento Sustentável do Banco do Brasil, Rodrigo Santos Nogueira. De acordo com o executivo, é com esse espírito e com base em seus princípios de responsabilidade socioambiental, que o Banco do Brasil alinha seus negócios aos princípios de sustentabilidade e desenvolvimento do País. “Os princípios de responsabilidade socioambiental do Banco do Brasil compõem políticas gerais e específicas que, por sua vez, propõem incorporar os princípios balizadores do desenvolvimento sustentável no planejamento de suas atividades, negócios e práticas administrativas, envolvendo os seus públicos de relacionamento”, explica.


Mas, isso não é tudo. As práticas sustentáveis vão mais além. Para a Instituição, responsabilidade socioambiental é ter a ética como compromisso e o respeito como atitude nas relações com funcionários, colaboradores, fornecedores, parceiros, clientes, credores, acionistas, concorrentes, comunidade, governo e meio ambiente. “Acreditamos que esta postura contribua para o desenvolvimento de um novo sistema de valores para que a sociedade tenha como referencial maior o respeito a todas as formas de vida e ao meio ambiente, condição indispensável à sustentabilidade da própria humanidade”, justifica.
 
 Como consequência de tais ações, a instituição colhe como bons frutos, o reconhecimento do mercado, tais como:


– 50º colocação no ranking das empresas mais verdes do mundo, divulgado pela revista Newsweek. Das 500 empresas pesquisadas, 90 são instituições financeiras, tendo o Banco do Brasil ficado em 14ª colocação nesse segmento.


– Reconhecido como uma das “50 Empresas do Bem”


– Integrante da Listagem no DJSI (Dow Jones Sustainability Index) – Índice Dow Jones de Sustentabilidade da Bolsa de Nova Iorque para o período 2012 – 2013.
 
– Índice de Sustentabilidade Empresarial da BM&FBovespa – ISE, elaborado a partir de metodologia da Fundação Getúlio Vargas e do apoio financeiro do International Finance Corporation (IFC), que reúne empresas que se pautam pelo respeito ao meio ambiente, responsabilidade social e indicadores financeiros saudáveis.


“A nossa participação no índice representa um significativo reconhecimento de mercado quanto a ser uma empresa que gera valor para os seus acionistas de forma social e ambientalmente responsável”, avalia o executivo.
 
Com olhar promissor e atento a este cenário cada vez mais adepto às negociações de concessão de crédito e cobrança com foco sustentável, o Banco do Brasil acredita que a gestão com foco na sustentabilidade avançará no País nos próximos anos e, por isso, está construindo e aprimorando suas diretrizes de sustentabilidade relacionadas ao crédito. “Tais diretrizes têm por objetivos mitigar o risco socioambiental e reduzir os impactos negativos de seus financiamentos e investimentos, bem como identificar novas oportunidades de atuação na cadeia de valor dos negócios sustentáveis, a partir de questões socioambientais relevantes e de temas estratégicos para o desenvolvimento sustentável”, acrescenta e finaliza Rodrigo Santos Nogueira.