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Com uma economia instável, as empresas de concessão de crédito viram a necessidade de serem mais cautelosos. Para driblar essa situação, é preciso saber olhar as oportunidades. E uma delas, bem participativa, por sinal, é o público da terceira idade. Em sua maioria aposentados e com esta única fonte de renda, eles não querem mais somente descansar – ou pelo menos não dentro de casa. É que, com a expectativa de vida maior, a necessidade desses idosos também mudou. Além disso, por mais que tenham somente a aposentadoria como única fonte de renda, muitos deles acabaram se tornando os provedores da casa na atual conjuntura. E eles precisam de crédito para isso.
O preferido entre eles é o consignado, apresenta Henrique Castilhano Villares, presidente do Sicoob. Com juros menores dentre as outras opções oferecidas no mercado, a legislação que regulamenta o consignado sofreu alterações por meio da Medida Provisória 681/15, em vigor desde 13 de julho deste ano, gerando um interesse ainda maior. “O teto aumenta de 30% para 35% do salário ou benefício. O acréscimo seria para uso exclusivamente no cartão de crédito consignado, que tem juros mais baixos. Em contrapartida, isso cria a ilusão de que as pessoas terão mais dinheiro, em um momento em que a economia está praticamente estagnada com aumento de contas básicas como luz e água e sinalização de aumento do desemprego”, comenta Camilla Pires, consultora de risco da GoOn Risk.
Percebe-se que a terceira idade também apresenta riscos como qualquer outro público, só que não tanto pelo pagamento, pois existe a estabilidade de renda, mas sim quanto à idade. Outro diferencial deste público é que, aqui no Brasil, diferente de outros países, as pessoas não possuem o hábito de planejar a aposentadoria durante a vida profissional. Então, quando este momento chega, acabam demandando mais crédito. “Assim, elas buscam mais o crédito consignado e o cartão de crédito consignado, justamente para atender a essas necessidades. Essa modalidade proporciona um ganho para a economia e contribui para a melhoria da qualidade de vida das pessoas que não teriam outra forma de acesso ao crédito”, conclui Virginia Moreira, diretora comercial de crédito consignado do Banco Intermedium.
Entretanto, apesar de ser necessária uma cautela por parte das concessionárias de crédito, a terceira idade ainda é muito cuidadosa com seus gastos. “Esse público, em geral, pertence a um segmento que possui apenas uma fonte de rendimentos, a aposentadoria, o que limita a capacidade de superar as situações de endividamento excessivo”, pontua Fabio Itano, diretor vogal do Ibevar e sócio da TA Consult.
Qual o principal motivo que leva o mercado de concessão de crédito dar mais atenção a terceira idade? Deixe a sua opinião na enquete do Portal Crédito e Cobrança.
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