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A semana que passou: o escândalo do PRISM, a venda de Alphaville, e mais

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Larry Page, CEO do Google, em coletiva na qual negou envolvimento da rede com o PRISM

A não ser que você tenha viajado para Marte, deve ter lido sobre a matéria do Washington Post, revelando que o FBI e a Agência de Segurança Nacional norte-americana mantêm desde 2007 um programa para monitorar as ações de usuários nos principais serviços da internet: Google, AOL, Facebook, Skype, Yahoo, Microsoft, Dropbox e por aí vai.

Tanto o Google como o Facebook (aliás, curiosamente, em notas que pareciam ter sido escritas pelo mesmo advogado) negaram veementemente a participação no programa (mas os termos usados deixaram muitas dúvidas em pessoas mais críticas, como mostra este artigo do Techcrunch).

O assunto ainda dará, como se dizia antigamente, pano pra manga. O fato é que, ao que indica, está provado que vivemos em uma “sociedade do controle”.

Na área de fusões e aquisições, a novidade está aqui do lado de São Paulo: a Gafisa entrou em acordo com os sócios fundadores de Alphaville para finalizar a aquisição da participação remanescente de 20% no capital de Alphaville, pelo valor de R$ 367 milhões. Ao mesmo tempo em que isso colocou um ponto final no processo de arbitragem entre os sócios, a empresa assinou contrato para venda de 70% da Alphaville para as empresas de private equity Blackstone Real Estate Advisors L.P. (“Blackstone”) e Pátria Investimentos Ltda por R$ 1,4 bilhão.

Ainda nessa área, e de acordo com a coluna Radar, da Veja, o BTG Pactual teria comprado alguns ativos da Petrobras na África. O negócio já teria sido fechado, segundo as informações. Entre os ativos adquiridos, estaria o bloco 246, no qual a Petrobrás detém 40% em sociedade com a chinesa CNPC e nigeriana Ask Petrolium System.

Da mesma fonte, vem a notícia de que a Amazon, varejista online mais poderosa do mundo, adiou o plano de iniciar suas operações no Brasil ainda este ano.  Embora a empresa já esteja trabalhando com quiosques do Kindle, seu leitor de livros digitais, em shoppings brasileiros.

No campo das mídias sociais, o Facebook anunciou um processo de agilização dos seus anúncios. O objetivo, segundo a rede, é ajudar os anunciantes a atingirem seus objetivos de negócios, principalmente com a eliminação de redundâncias.

Outra rede que anunciou novidades foi o LinkedIn. Depois de oferecer recentemente a possibilidade  de adicionar rich media nos perfiis, agora também permite que você faça diretamente upload de imagens, documentos e apresentações para as atualizações que compartilha na home do LinkedIn.

Fontes: Exame, Infomoney, Mashable, Techcrunch, IDG Now, Social Media Examiner

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