Aplicativos de marcas funcionam? Abriu a temporada de caça ao Twitter? Mais

Estudo: aplicativos não são o “caminho das pedras” para as marcas

É mais fácil nevar no inferno do que colocar o aplicativo de uma marca no smartphone dos consumidores. A frase, traduzida livremente, é de Al Urbanski, editor do DM News. Segundo ele, essa é a triste, mas não surpreendente, conclusão de um estudo divulgado esta semana pela LoyaltyOne e Universidade Northwestern com base em pesquisas com cerca de 7.000 canadenses e americanos. O 2013 Social Word of Mouth survey apurou que os usuários de smartphones baixam uma média de 26 aplicativos, enquanto os usuários de tablets, uma média de 29 aplicativos. No entanto, apenas cerca de seis desses apps, ou 22%, são utilizados diariamente pelos consumidores, e a maior parte deles são aplicativos de entretenimento (jogos, música) ou de serviços públicos que oferecem coisas como atualizações de tempo e mapas. Alguns aplicativos de marcas completam o conjunto, mas são os que incluem características lúdicas ou utilitárias, tais como o Nike Fuel e o do Starbucks. “Muitas empresas criam aplicativos por imitação ou os concebe como mais um canal de marketing do tipo de uma mala direta ou um email”, comentou Jeff Berry, diretor sênior de pesquisa e desenvolvimento da LoyaltyOne. “Mas é necessário uma estratégia para tornar o aplicativo um canal de diálogo permanente com o consumidor. Se os aplicativos de marcas não fizerem isso, eles vão ficar lá no dispositivo do usuário sem nunca serem usados.” Quando perguntados como interagem com os aplicativos de marcas, as respostas dos consumidores ficaram centrada em torno de duas vantagens: economizar dinheiro e simplificar tarefas. As duas principais razões, citadas por 42% dos entrevistados, foram “aumenta meu poder aquisitivo, pelo acesso a descontos” e “ajuda a simplificar e organizar a minha vida”. Os aplicativos também ganham notas altas por divertir as pessoas, ajudá-las a controlar suas finanças e a tomar melhores decisões. Portal Abemd

Abriu a temporada de críticas ao Twitter?

O site Marketing Land informou que uma nova pesquisa da Associated Press-CNBC enquete demonstrou que o sentimento vigente entre o público americano é de ceticismo sobre as perspectivas do IPO do Twitter. A pesquisa foi realizada por telefone no final de outubro com cerca de 1.000 adultos norte-americanos. Enquanto a maioria das pessoas acredita que o Twitter vai ser “bem sucedido” e continuará a ser durante os próximos cinco anos, apenas 36 por cento dos entrevistados disseram que o Twitter seria um bom investimento, enquanto 47 por cento discordaram. O resto declarou não saber. O site GigaOm, por sua vez, informou que muitos usuários do Twitter parecem não ter gostado d a decisão da rede de colocar fotos e imagens em seus timelines, afirmando que a exibição de gráficos faz com que seja mais difícil de se concentrar no que as pessoas estão dizendo. Muitos usuários, especialmente se opuseram aos anúncios baseados em imagens que aparecem em seu feed. “Eu passei de não preocupado com os anúncios no Twitter a aborrecido com a distração e a perturbação com esse feed cheio de imagens”, tuitou um usuário. Outra crítica que apareceu esta semana, desta vez no New York Times, tem a ver com as dificuldades da rede de convencer anunciantes fora dos EUA de que é publicitariamente viável. Os dois problemas principais são a pequena escala da rede em muitos países e o ceticismo de anunciantes “estrangeiros” sobre as mídias sociais. A matéria é assinada por Matt Scott, que acredita, no entanto, que o domínio do Twitter no mundo mobile pode dar-lhe uma vantagem à medida que mais usuários em todo o mundo adotarem celulares.  Portal Abemd

Apple planeja lançar carregador solar para seus gadgets

Uma das principais empresas de tecnologia do mundo, a Apple anunciou recentemente que planeja integrar módulos de carregamento solar para iPhones, iPads, iPods e MacBooks. Com a alternativa, a marca colabora não só com o desenvolvimento sustentável, mas também facilita a rotina de quem depende da bateria dos gadgets mesmo em lugares em que não há acesso à energia elétrica.A solução foi apresentada durante a Oficina de Marcas e Patentes dos EUA, e reforça os planos de utilização de energia limpa pela empresa de tecnologia, já que a Apple já possui experiências relacionadas à energia solar. Por exemplo, em março deste ano a marca informou que todos os seus datacenters são abastecidos com energias renováveis, e que pretende, em breve, neutralizar todas as suas emissões de carbono. A empresa, que já eliminou o uso de metais perigosos na fabricação de seus produtos, também patenteou o novo módulo de carregamento fotovoltaico, e a intenção é fazer com que os novos gadgets já sejam independentes da rede elétrica. Até agora, um dos maiores desafios é desenvolver um circuito interno nos aparelhos capaz de processar a energia gerada pelos painéis fotovoltaicos, para que a potência seja suficiente para o carregamento, sem causar danos do gadget. O sistema viabilizado pela Apple depende de um regulador de corrente, capaz de distribuir a quantidade de energia adequada a cada aparelho, sem causar sobrecargas ou outros transtornos. CicloVivo

Fones de ouvido de R$ 15 podem ser usados como monitor cardíaco

Pesquisadores japoneses das empresas Kaiteki Institute e Bifrostec desenvolveram uma tecnologia que pode transformar fones de ouvido baratos em um monitor de frequência cardíaca. Na apresentação do dispositivo, foi usado um fone de ouvido de cerca de 15 reais que funcionou perfeitamente como um monitor. Microfones e um par de fones de ouvido foram utilizados para transmitir dados sobre as alterações de pressão do canal auditivo a partir do movimento dos tímpanos, que podem ser analisados para determinar a frequência cardíaca do usuário. Segundo os criadores do dispositivo, não é necessário fazer ajustes nos fones de ouvido disponíveis comercialmente, apenas usar um programa para processar os sinais recebidos. O novo dispositivo poderia ser uma maneira fácil de controlar a frequência cardíaca em academias e durante atividades físicas, por exemplo, já que o fone continuaria servindo para ouvir música. Seria possível adicionar um aplicativo no celular que transforma os sinais dos fones em ritmo cardíaco legível na tela. A Motorola já vende uma linha de fones de ouvido com monitores de frequência cardíaca. A diferença do novo sistema japonês é que você poderia usar qualquer fone de ouvido barato para isso. PopSci/Tech On (via Hypescience)