Brasil sobe em ranking de competitividade do World Economic Forum

A notícia é boa, principalmente porque nos acostumamos às críticas sobre o pífio papel do país nesse quesito. O relatório da 2011-2012 do World Economic Forum coloca o nosso país no 53º lugar no ranking total, um ligeiro avanço sobre o relatório anterior no qual aparecíamos no 58º posto. Entre os demais países do chamado BRICS (a sigla inclui a África do Sul), a China está em 26º (subiu uma posição e se consolida entre as 30 nações mais competitivas do mundo), a África do Sul em 50º (subiu 4 posições), a Índia caiu da posição 51 para a 56 e a Rússia foi da 63 para a 66ª posição.

A Suíça deteve o primeiro posto, enquanto Singapura e Suécia trocaram de posição: ocupam agora o 2º e o 3º posto respectivamente. Os Estados Unidos caem pela terceira vez seguida e agora estão em 5º lugar.

Apesar do avanço, o Brasil ainda tem sérios problemas em aspectos básicos, como Instituições, Infraestrutura, Ambiente Macroeconômico, Saúde e Educação Básica. Em compensação, evoluiu nos quesitos indicadores de eficiência e fatores de inovação e sofisticação. O estudo sobre o Brasil foi conduzido pela Fundação Dom Cabral e pelo Movimento Brasil Competitivo.

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