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Burger King mudou de nome? Google+ funciona mesmo? E outras questões

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Burger King mudou de nome?

Fries King? Bem, ninguém acredita que essa “mudança de nome” seja real. Trata-se de uma campanha publicitária para lançar o novo produto “Satisfries”, batatas fritas com baixa caloria, e para estimular a experimentação. Ninguém tem dúvida disso, assim como ninguém tem dúvida também de que dará certo nesse quesito em especial. Mas a questão é mais profunda do que isso: a BK acha mesmo que conseguiu fazer uma batata frita tão boa, tão boa, mas tão boa que vai conseguir trazer de volta para a rede a imagem de qualidade que ela perdeu (nos EUA, mais do que aqui, onde não tem tradição)? É uma estratégia, digamos, arriscada, principalmente considerando a imagem de qualidade e a qualidade real do produto da principal concorrente, as batatinhas do McDonald´s. O que você acha da estratégia? Fonte: Adveritising Age

Google+ está trazendo excelentes resultados para 5 varejistas. Veja como

Segundo Matt Ridout, da eConsultancy, o Google+ conseguiu ultrapassar a barreira de desconfiança que a própria consultoria havia percebido algum tempo atrás e está se provando um recurso proveitoso para alguns varejistas. A H & M tem três milhões de seguidores. Seu segredo parece ser a qualidade do uso das imagens na página do varejista. Elas são construídas especialmente para o Google+ e deixam claro o estilo da H&M. A ASOS, com 1,8 milhões de seguidores, usa GIFs animados para conseguir um dinamismo muito atraente para a página. A Topman, com 850 mil seguidores, usa uma estratégia de premiação, chamada “Google+ VIP”, para participação e compartilhamento dos conteúdos (como conseguem driblar as regras do Google é que é o verdadeiro segredo! N.T.) A Uniqlo, com 654 mil seguidores, também utiliza bem as imagens, e a Farfetch, com 56 mil seguidores, está crescendo com um uso inteligente dos “hangouts”. Portal Abemd

Forrester: anúncios In-app de smartphones não são populares, mas são eficazes

Os usuários americanos e canadenses de smartphones dão notas baixas aos anúncios em aplicativos, com apenas 25% classificando-os de criativo ou inventivo e 43% considerando que perturbam a experiência, segundo estudo da Forrester. A pesquisa também descobriu que 47% dos usuários ignoram os anúncios, superando os 40% que se lembram de vê-los. Ainda assim, metade dos proprietários de smartphones que usam aplicativos e viram pelo menos um anúncio in-app disseram ter pesquisado e/ou feito uma compra depois de ver um anúncio, com os anúncios para atualização de aplicativos liderando as conversões. O estudo foi baseado em uma pesquisa online realizada em abril com adultos com idades entre 18 e 88 anos (62 mil usuários americanos e 5.800 usuários canadenses.) Fonte: MediaPost/Online Media Daily

Inter-Meios: mercado cresce 7,11% em julho

O investimento em publicidade no mercado brasileiro cresceu 3,11% no acumulado de janeiro a julho de 2013 e 7,11% na comparação mensal (julho de 2012/julho de 2013), segundo o Projeto Inter-Meios. Os números, divulgados nesta quarta 2, aquecem a expectativa de crescimento do mercado após um baixo desempenho semestral, de 2,4%.

Este é também o primeiro relatório a separar investimentos digitais segundo Internet Pura, com veículos essencialmente digitais, e Internet – Outras Mídias, com números de receitas digitais de meios tradicionais, como jornal, revista e TV. A novidade, que procura dar maior precisão aos dados referentes a áreas cujo aporte publicitário opera de maneira distinta, foi decidida após a reunião semestral do projeto, com aprovação de seus coordenadores, dirigentes do Interactive Advertising Bureau do Brasil (IAB) e da PricewaterhouseCoopers, responsável pela auditoria dos dados.

Esse levantamento mostra que a Internet Pura recebeu, em julho, aporte 3,5 vezes maior que outras mídias: R$ 89,11 milhões contra R$ 25,9 mi. No acumulado do ano, o setor recebeu investimentos de R$ 579 milhões, enquanto o digital de outras mídias recebeu R$ 162,95 mi. Por ser o primeiro mês desse tipo de medição, ainda não há dados comparativos entre períodos. A internet como um todo, porém, caiu 2,82% na comparação entre meses e 13,41 entre períodos janeiro-julho.

Outros meios que tiveram desempenho decrescente foram Guias e Listas, com decréscimo de 29,54%, fechando o período janeiro-julho em R$ 107,83 milhões; Revista, com -7,68% e R$ 931,193 mi; Jornal, com -5,4% e R$ 1,823 bilhão; e Cinema que, apesar de ter fechado o período estável (com +0,97% e R$ 55,33 milhões), teve íngreme queda na comparação julho/julho, perdendo 41,63% de investimentos publicitários (veja o comparativo mensal na tabela abaixo). A perda é ainda mais representativa se considerado que julho, mês de férias escolares, costuma receber grandes estreias em cinemas.

Por outro lado, apresentaram crescimento Mídia Exterior, com alta de 12,97%, fechando o período janeiro-julho em R$ 579,39 milhões; Rádio, com +9,54% e R$ 723,68 mi; TV por Assinatura, com +9,64% e R$ 750,21 mi; e TV Aberta, com +6,15% e R$ 11,48 bilhões. Esta permanece como a mídia com maior fatia do mercado, com 67,3%, crescimento também na comparação com julho de 2012, quando tinha 65,2%.

Leia mais e veja gráficos no Meio&Mensagem

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