Compartilhar. Atualmente, o nome do jogo – II



Citei o livro do Tim Sanders, “Love is the killer app”. A autora da matéria que estou citando, e que veio no newsletter Email Insider, Loren MacDonald, cita outro livro, que ainda não li, ainda, chamado “Groundswell”, de Charlene Li e Josh Bernoff, o qual delineia os impulsos “compartilhativos” que levam as pessoas a compartilhar. Ei-los:


Contribuir para a conversa: A meta ou o impulso de compartilhar tem como ponto de partida enriquecer a conversação. Compartilhar beneficia as pessoas através do valor da informação compartilhada de volta.


Interesse próprio: Compartilhar traz ganho pessoal na forma de pontos, descontos, brindes, etc. Compartilhar recompensa a carteira.


Altruísmo: As pessoas compartilham conteúdo porque acreditam que suas redes de amigo vão querer conhecê-lo. Compartilhar os faz sentir bem.


Validação: Compartilhar certos tipos de conteúdo valida o senso de valor, o expertise e as visões do compartilhador. Compartilhar alimenta o ego.


Afinidade: Quando as pessoas têm interesses comuns, como pesca submarina, carros potentes ou vinhedos do tipo Califórnia Zinfandel, eles querem compartilhar notícias, artigos e outras informações com amigos e contatos que pensam igual. Compartilhar faz com que as pessoas se sintam mais parte de uma “comunidade”.


Luxúria: Pense nos vídeos de acidentes com carros e aviões ou atrizes nuas que são publicados e atingem milhões de usuários instantaneamente. Compartilhar faz as pessoas se sentirem menos culpadas ou menos bobas.

 

No próximo post, como prometido, vou contar o que a Loren acha que torna os emails compartilháveis.