Compras pelo celular cresceram 41% em 2018, aponta Ebit | Nielsen

Comparando com a rota global do e-commerce, o Brasil já se encontra no penúltimo nível de consumo: Bens Não-Duráveis 
O e-commerce brasileiro está amadurecendo e já faz parte da rotina de milhões de brasileiros. Segundo a pesquisa “O E-commerce no Brasil”, feito pela Ebit | Nielsen, o crescimento de pedidos feitos pelo celular aumentou em 41%. Em três anos, o chamado m-commerce triplicou de tamanho. Ainda de acordo com o levantamento, 58 milhões de consumidores fizeram, pelo menos, uma compra online em 2018. Destes, 10 milhões realizavam a transação pela primeira vez. Os brasileiros também se mostraram mais encorajados a comprar quando anunciados frete grátis (50%) e devolução do dinheiro (56%). Comparando com a rota global do e-commerce, o Brasil já se encontra no penúltimo nível de consumo: Bens Não-Duráveis. É o momento em que os consumidores compram, cada vez mais, produtos de giro rápido no universo online, com destaque para: Perfumaria & Cosméticos, Fraldas, Remédios, Pet Care, Bebidas e Alimentos Não-Perecíveis. O brasileiro comprou menos no exterior em 2018. Com a alta do dólar, os gastos em sites internacionais diminuíram 22% versus o ano anterior. Outro dado importante do estudo mostra que 67% dos consumidores frequentam mais varejistas com programas de fidelidade. Fonte: eCommerce Brasil


Metrô de São Paulo terá sistema de reconhecimento facial
Os mais de três milhões de passageiros que usam o Metrô de São Paulo diariamente estarão sujeitos a um novo sistema de vigilância que tem a capacidade de identificar as pessoas via reconhecimento facial. A informação foi publicada pelo jornal Folha de S. Paulo. O sistema ainda está em contratação e terá prazo de implantação de três anos e meio a partir da data de assinatura do contrato. O custo para o Governo do Estado de São Paulo ainda não foi revelado. Uma das preocupações, porém, é a eficiência da tecnologia. No Rio de Janeiro, o sistema de reconhecimento facial da PM falhou e uma mulher foi presa por engano. Fonte: Consumidor Moderno

3 iniciativas que usam tecnologia para transformar o Brasil
Susana Ayarza, Diretora de Marketing do Google, destaca três iniciativasque visam desenvolver as habilidades dos brasileiros, trazendo oportunidades de carreira, de renda e de crescimento pessoal agora e no futuro. 
1. O digital empoderando empreendedores
Em parceria com a McKinsey, o Google criou o primeiro índice para monitorar o nível das competências digitais entre os brasileiros. Com esse estudo, descobriu-se que os brasileiros conectados já dominam competências básicas, como navegação e consumo de conteúdo. Mas ainda existe uma grande oportunidade de desenvolver habilidades mais sofisticadas, que podem melhorar consideravelmente a renda das pessoas. O estudo prevê que o treinamento e o desenvolvimento das competências relacionadas ao digital podem aumentar o PIB em R$ 70 bilhões até 2025, com um incremento potencial de 40% do salário mínimo. Esse é um aumento substancial, principalmente porque só acontecerá se mais e mais pessoas forem capacitadas a realizar aquilo a que elas aspiram. 
2. Capacitação para o suporte do futuro
Com o desenvolvimento do digital, também cresce a demanda por profissionais especializados em dar suporte às ferramentas que auxiliam as profissões de hoje e de amanhã. Assim, para construir as tecnologias do futuro, também precisamos capacitar novos desenvolvedores e profissionais de suporte e infraestrutura. Por isso, está eendo lançando o Certificado Profissional de Suporte de TI do Google, um programa de treinamento online que habilita pessoas para cargos de suporte em TI. Sem requisição de experiência prévia, os alunos iniciantes podem se capacitar para o trabalho de analista de suporte de TI em um período de 8 a 12 meses. A formação também inclui o desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais. Esse certificado já foi implementado nos Estados Unidos, com uma repercussão impressionante.
3. Mudando o jogo para as mulheres

Um dado triste sobre o mercado de tecnologia é que ele ainda apresenta uma enorme desigualdade de gênero. De cada dez candidatos a uma vaga nessa área, apenas uma é mulher. Por outro lado, as mulheres são maioria entre os gamers. Ou seja, quem mais está jogando é quem menos está criando. Essa disparidade não faz nenhum sentido. Por isso, ela afirma ter orgulho de apresentar o Change The Game, um desafio de criação de jogos que lançamos para mulheres entre 15 e 21 anos. Além do prêmio às vencedoras, que verão sua ideia virar realidade, as 500 candidatas mais bem avaliadas terão acesso a 144 horas de curso online sobre desenvolvimento de jogos e introdução à programação. No fim do projeto, haverá dois jogos idealizados por mulheres e 500 jovens treinadas, que com certeza se sentirão mais confiantes para começar uma carreira no mundo do desenvolvimento e da programação. Esperamos que esse programa possa inspirar ainda mais mulheres a abrir seus horizontes de possibilidades, especialmente em carreiras de tecnologia.
Fonte: ThinkWithGoogle