Correios passaram a cobrar despacho postal para encomendas não tributadas

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Serviço não deve ser confundido com tributo ou frete
A partir da última segunda-feira, 27/8, todas as encomendas internacionais que chegarem ao Brasil pelos Correios estarão sujeitas à cobrança do despacho postal. Nos últimos anos, o serviço era cobrado apenas para os objetos tributados pela Receita Federal. Porém, com o aumento das importações, a empresa precisou injetar mais recursos na operação para manter o padrão do serviço. O despacho postal não deve ser confundido com tributo ou frete. O serviço se refere às atividades de suporte ao tratamento aduaneiro realizadas pelo operador postal, como o recebimento dos objetos e inspeção por raio X, formalização da importação no sistema da Receita Federal (quando for o caso), tratamento de eventuais inconformidades (objetos proibidos, perigosos ou com exigências específicas impostas pela autoridade aduaneira para admissão), recolhimento e repasse dos impostos à Receita Federal (quando houver tributação), disponibilização de informações ao importador para desembaraço da remessa via internet, entre outras. O serviço cobrado pelos Correios é de R$ 15, quatro vezes menor que a média praticada por outros operadores logísticos para realizar procedimentos similares. Os destinatários que estiverem aguardando encomendas do exterior podem acessar o rastreamento de objetos e realizar o pagamento do despacho postal por meio de boleto ou cartão de crédito.  O prazo de entrega do objeto, conforme o serviço contratado na origem, passa a contar a partir da data de confirmação do pagamento. Mais informações e orientações sobre os procedimentos para pagamento e liberação das encomendas estão disponíveis. Fonte: Correios/Gerência de Comunicação Institucional

SET EXPO 2018: Inteligência Artificial já permite automatizar transmissão, edição e até produção de notícias
A inteligência artificial já é capaz de transmitir um jogo de futebol ao vivo sozinha, selecionando ângulos mais adequados de câmera, os melhores momentos da partida e as informações que devem aparecer na tela. Mas, segundo palestrantes do congresso SET, o homem ganha, por ora, não um concorrente, mas um assistente eficiente. Para James Stellpflug, vice-presidente de produtos e marketing da EVS, responsável por transmissões ao vivo sem intervenção humana, a tecnologia que usa redes neurais “permite que as pessoas foquem algo mais importante em vez de uma tarefa que pode ser automatizada”. O uso de AI abre portas também para a transmissão personalizada de conteúdo ao vivo, a partir das preferências dos espectadores. Washington Cabral, Technology Advisor for Media & Entertainment da IBM, citou o exemplo da agência de notícias americana Associated Press. Com uso de AI, liberou 20% do tempo dos repórteres, elevou em dez vezes a capacidade produtiva e passou a cobrir, por exemplo, os resultados de 4 mil empresas listadas na Bolsa –antes eram 300. Neste ano, o conteúdo do Aberto de Tênis dos EUA será editado e publicado por meio do Cognitive Highlights no site do torneio, sem intervenção humana nessa parte do processo. A inteligência artificial potencializa ainda três pilares do conteúdo hoje, afirmou Alberto Menoni, diretor de Broadcast Media Entertainment do Google. “É fundamental estar em todos os canais, ser relevante para os usuários e ser rápido. Se demorar mais de três segundos para carregar a página, já era”, resumiu. Questionado sobre o risco de os algoritmos acabarem por reforçar preconceitos da sociedade, Skip Pizzi, vice-presidente de Educação Tecnológica e Outreach da NAB, afirmou que preconceitos são baseados no acesso a pouca informação enviesada, e uma AI bem construída é capaz de oferecer o oposto disso.

Associated Press faz parceria com empresa de jornalismo baseada em blockchain
A AP está interessada em explorar formas de proteger os direitos de propriedade intelectual, apoiar o jornalismo ético e rastrear o uso do conteúdo com a tecnologia blockchain. Como parte do projeto, a AP entregará seu conteúdo, incluindo notícias nacionais e internacionais para a Civil, para que as agências de notícias possam acessá-lo na plataforma. Qualquer redação que desejar acessar o conteúdo da AP será licenciada diretamente pela AP. Como parte da colaboração, a AP possuirá tokens CVL que, de acordo com a Civil, servem como um dispositivo de incentivo para manter as redações objetivas e precisas. Fonte: CoinTelegraph