“Dealer chic”: a evolução

Se você gostou da série sobre a tendência “dealer chic”, vai gostar também do que o pessoal do Trendwatching.com pensou sobre a evolução dessa atitude de buscar “mais por menos” e “o melhor do melhor”.

Um “ecossistema de ofertas” ainda maior, mais personalização, mais
esquemas de fidelidade, mais pressão sobre as marcas para que forneçam
brilhantismo imune a ofertas como parte integral de tudo que vendem e
promovem.

Então, como é que o DEALER-CHIC vai evoluir ao longo do próximo ano? Alguns pontos a serem levados em consideração:

  • Os consumidores vão passar a ficar cada vez mais condicionados a esperar ofertas para qualquer coisa.
  • Não haverá cansaço de ofertas já que tanto as compras de
    impulso alimentadas por ofertas quanto a busca orientada por ofertas
    ficarão mais sofisticadas, afastando-se da atual ampla abordagem:
    • Compras de impulso serão desencadeadas por ofertas cada
      vez mais estudadas e direcionadas aos consumidores, com base em perfil e
      preferências (conhecidas). Estas ofertas vão “encontrar os
      consumidores”, e não o contrário. Basicamente, são ofertas baseadas em
      permissão.
    • A busca direcionada por ofertas vai se tornar mais
      relevante e precisa, na medida em que ofertas localizadas e em tempo
      real se proliferam.
  • Sites de ofertas vão se concentrar muito mais em fidelização,
    usando ofertas para atrair novos consumidores fiéis (e recompensar os
    existentes). Isto vai reduzir ainda mais (ou até eliminar) qualquer
    estigma atribuído a marcas que disponibilizem ofertas.
  • Avaliações em tempo real de qualquer oferta serão mais
    fáceis de encontrar – isso se já não acompanharem a oferta
    automaticamente.
  • Mais marcas vão justificar o preço “cheio” com a adição ou
    destaque para qualquer coisa que seja INCOMPARABLE* a respeito de seu
    produto ou serviço.” 
*INCOMPARABLE é a “contratendência do dealer chic”: coisas desejáveis que não precisam de desconto porque não existe alternativa a elas. Também veremos mais disso no futuro próximo, pois há sempre um contingente que não se identifica com a corrente principal.