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E se o mundo acabar amanhã? Envolver antes de lançar o produto? E mais

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Microrroteiros do Fim do Mundo: não vai ficar pedra sobre pedra

No começo do ano, eu juraria que o tema fim do mundo seria mais explorado. Felizmente não foi. E sobrou espaço para que aparecessem algumas ideias realmente boas. A mais recente é a Microrroteiros do Fim do Mundo, da artista multiplataforma Laura Guimarães. Trata-se, na verdade, de um desdobramento do projeto Microrroteiros da Cidade, que pretende brincar com a proximidade desta data “tão temida”, 21 de dezembro de 2012. Até o final do ano, a artista vai promover uma TROCA DE HISTÓRIAS nas ruas de São Paulo. Ela pretende convidar cerca de 60 pessoas de diferentes regiões da cidade para contarem uma história da sua vida que poderia ser a última. Daquelas tão marcantes, que “o mundo poderia acabar no dia seguinte”. Em troca, esses criadores vaão ganhar um “lambe-lambe” com um dos seus microrroteiros. A ideia é mais ambiciosa: junto a esses lambe-lambes, Laura pretende colocar aparelhos de mp3s com fones de ouvido com o áudio de cada uma das entrevistas. A dimensão do projeto dependerá da capacidade de arregimentação de financiadores, pois o projeto é do tipo crowdsourcing (veja a matéria abaixo): para realizar a exposição, a artista e a produtora Klaxon Cultura Audiovisual idealizaram uma proposta de financiamento coletivo por meio da venda de microrroteiros. O valor mínimo que precisam alcançar é R$4.500,00 – uma exposição simples, com intervenção nas ruas, mas sem o áudio das histórias. A partir daí, os novos investimentos contribuirão para uma exposição maior, mais rica em microrroteiros, com os áudios das histórias e tudo mais. Saiba mais (e participe!) no blog criado pela produção do projeto

Trend Briefing: por que o envolvimento de consumidores com produtos e serviços antes do lançamento está se tornando cada vez mais comum?

Mensalmente, a TrendWatching.com distribui um Trend Briefing. Como o próprio nome diz, é um resumo das principais tendências do mundo do consumo. Agora em novembro, eles discutem os Presumers, ou seja, a tendência que os consumidores apresentam de se envolver com produtos e serviços antes do seu lançamento. Tem a ver com crowdsourcing e novas tecnologias de produção, mas também com o próprio espírito do tempo: temos a capacidade ser todos produtores, elementos ativos no processo, e não mais apenas espectadores passivos. Os drivers, segundo eles, são o Firstism (mais gente quer ser o primeiro, early adopters por necessidade), o desejo de participar da História, o conceito de Pertencimento (muito importante para quem, como eu trabalha com programas de fidelidade), o fim das fronteiras entre online e offline e o aparecimento de novas plataformas de crowdsourcing. A matéria traz alguns exemplos muito interessantes. Confira

Cientistas do MIT desenvolveram algoritmo que prevê os trend topic do Twitter

Pesquisadores do MIT disseram haver desenvolvido um algoritmo que pode prever com cerca de uma hora e meia de antecedência quais os temas que irão para os trend topic no Twitter. As previsões têm uma taxa de 95 por cento de precisão, dizem eles, e às vezes pode ser feita com quatro ou cinco horas de antecedência. Basicamente, parece que o algoritmo aprende a reconhecer os padrões de dados de baixo nível que antecedem o momento em que um tópico dá o “salto” para se tornar uma tendência de conversação. Poynter

Google Wallet expande-se para a web mobile

O Google já havia anunciado a expansão do seu serviço Google Wallet, que agora inclui micropagamentos por conteúdo na web no início deste mês. Na época, o Google disse que iria permitir a compra de conteúdo digital de alta qualidade, por valores inferiores a US$ 1, incluindo a possibilidade de reembolso do dinheiro no prazo de 30 minutos. Então, na quinta-feira passada, anunciou outra expansaão de seu serviço para uma área que faz ainda mais sentido: mobile shopping. Isso significa que, agora, o Google Wallet agora suporta sites móveis de comércio eletrônico que adotaram o serviço como uma opção de checkout. Na verdade, esta é uma área que ainda é um problema para muitos varejistas online. Com demasiada frequência, a funcionalidade de check-out no celular não é otimizado para a tela pequena, ou, às vezes, as próprias páginas são amigáveis em termos de design, mas o processo de saída através de campos de formulários tem tantas etapas que se torna demorado e complicado para pequenos teclados e telas sensíveis ao toque. O Google diz que, atualmente, 97% dos compradores móveis abandonam seus carrinhos por essas razões.  TechCrunch

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