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Estudo: a importância das redes na AL. Um anel-relógio. E mais

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Importância de mídias sociais é cada vez mais reconhecida na América Latina

Anel-relógio foi lançado na Inglaterra. Leia abaixo (e clique em http://ht.ly/q7TPu para ver como funciona)

A Ipsos ITOX e Ipsos Global @dvisor acabam de divulgar pesquisa que mostram o quanto as mídias sociais tornaram-se rapidamente importante para os usuários de internet da América Latina. O levantamento, na verdade, cobre usuários da Internet em todo o mundo, mas destaca que quase quatro em cada 10 dos usuários brasileiros, juntamente com 28% no México e 27% na Argentina, avaliam as mídias sociais como “muito importante”, ou seja, cinco em uma escala de cinco pontos. Outra quarta parte dos usuários de internet no Brasil e no México, e 19% entre os argentinos, deram às mídias sociais um quatro. Isso significa que uma sólida maioria dos usuários da Internet no Brasil e no México, e quase a metade na Argentina, consideram as mídias sociais pelo menos um pouco importante para eles. É um número semelhante ao encontrado entre usuários de Internet nos Estados Unidos, no Canadá e na Europa – com Rússia e Espanha estando mais à frente em relação aos demais países europeus. Os usuários latino-americanos são semelhantes aos de economias em desenvolvimento na área Ásia-Pacífico, incluindo a Índia, onde 30% dos usuários de internet consideram as mídias sociais muito importante, Indonésia (27%) e China (25%). O site eMarketer estima que este ano, 38,4 milhões de usuários de internet no México usarão sites de redes sociais pelo menos mensalmente, bem 78,3 milhões de usuários de internet no Brasil e 17,8 milhões na Argentina. Portal Abemd

Anel-relógio usa tecnologia de LED

Um anel que mostra as horas por meio de um sistema econômico de energia é a aposta de uma empresa do Reino Unido. A equipe desenvolveu o Ring Clock por meio da plataforma colaborativa Indiegogo. Basta girar o anel para que luzes acendam, mostrando a hora exata. Para essa função, a joia inusitada tem carregamento sem fio, bateria ultrafina e LEDs que economizam energia. Produzido com aço inoxidável e design simples, o anel desliga automaticamente após um minuto para poupar energia. A ideia é que a tecnologia seja aprimorada para que o LED seja alimentado com energia cinética. A vida útil da bateria é de três anos e o grupo afirma que, após esse período, a própria empresa se encarregará de substituí-la. O cliente arcará apenas com 25 dólares cobrados pela troca. Já a garantia do produto é de um ano. Através de uma campanha no Indiegogo, o projeto se tornou realidade e, agora, está disponível para pré-venda por 235 dólares, mais taxas de frete. CicloVivo

Pesquisa: maioria das empresas não mede o impacto dos testes A/B no ROI

O Marketing Diálogo funciona segundo métodos empíricos e, por isso, fazer testes A/B é fundamental para garantir o sucesso das ações de venda e de relacionamento. Demonstrar o efeito positivo do ROI desses testes, porém, parece ser outra história. O MarketingSherpa, em seu 2012 Website Optimization Benchmark Report, perguntou a milhares de profissionais se eles conseguiam calcular o ROI em seus testes e descobriu que 53% não conseguiam (ou não se preocupavam em) fazer isso. E, no entanto, comenta o estudo, a demonstração do retorno sobre o investimento seria a maneira de assegurar que os recursos continuem a fluir. A boa notícia, por outro lado, é que 38% dos profissionais entrevistados conseguiram demonstrar o resultado positivo dos testes. Amelia Showalter, diretora de digital analytics, da Obama for America, por exemplo, calcula que eles conseguiram 200 milhões de dólares em contribuições adicionais como resultado dos testes efetuados.Portal Abemd

Estudo: participantes sabem muito pouco sobre as regras dos seus programas

A Colloquy acaba de publicar mais um dos seus interessantes relatórios sobre programas de milhagem e de fidelização em geral: “Inherit the Windfall: Passing on Loyalty Points”. O estudo traz excertos de uma extensa pesquisa sobre as políticas sobre transferência de pontos, especificamente em caso de morte do participante, estabelecidas por várias grandes empresas em três setores – companhias aéreas, hotéis e cartão de crédito. Os pesquisadores também ouviram os consumidores sobre a consciência que eles tinham do assunto. O resultado: muita gente sabe muito pouco sobre essas políticas, possivelmente porque muito pouca informação está oferecida de forma clara. E o que está disponível é inconsistente. Alguns programas permitem a transferência, outras não. Alguns cobram uma taxa, enquanto outros não. Para aumentar a confusão, nem todos os programas dão explicações online, ou seja, os consumidores têm de telefonar para o serviço ao cliente para obter respostas. E aí dão de cara com operadores também desinformados.Portal Abemd

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