Fidelidade móvel, popularidade no Twitter, multitelas, e mais

Programas de fidelidade: nova Meca dos aplicativos mobile

Segundo a Forbes, os programas de fidelidade estão tão na moda que atraíram a atenção de outro negócio “trendy”: aplicativos mobile. Até agora, aparentemente, a indústria via os programas como algo que a que você recorria quando começava a perder clientes. Mas agora parecem ter percebido que fidelidade é algo que você faz desde o início para tornar a experiência dos early adopters o mais recompensador possível. Um bom programa de fidelidade, comenta artigo de Ilya Pozin para a revista, aumenta a retenção e o envolvimento, melhora o valor vitalício do cliente e reduz custos de aquisição. E, por isso, os sistemas de fidelização deverão ser a próxima onda entre os “mobile apps”. Fundos importantes como Google Ventures, First Round Capital e Kleiner Perkins já estão investindo fortemente em startups dessa área. As três empresas iniciantes que estão atraindo mais desenvolvedores mobile são a Kiip, a SessionM e a Pocket Change. Seus sistemas de fidelização estão presentes em aplicativos top, como Mega Jump, Highway Rider e Pose, respectivamente. Leia também: Pesquisa: táticas para aumentar a entregabilidade dos emails, e outras notícias do mercado de Marketing Direto = Marketing Diálogo no Portal Abemd

Sites de popularidade no Twitter falham nas medições

Ferramentas como Klout e o Twitalyzer foram estudadas a partir de um usuário fake no Twitter e o resultado não foi nada positivo para os sites que medem popularidade na rede de microblogging. Uma pesquisa realizada pela Universidade federal de Ouro Preto, iniciada no final de 2011 e com duração de três meses, mostrou que é fácil manipular a opinião pública em relação à influência nas redes. Continue lendo em A Zona de Desconforto

Brasil já tem 30 milhões de internautas multi-telas, diz Google

A rápida adoção de smartphones e tablets no Brasil está cada vez mais redefinindo o comportamento do consumidor e inaugurando o que pode ser chamado de “o novo contexto multi-telas”. Uma pesquisa inédita encomendada à Ipsos pelo Google Brasil revela que hoje mais de 30 milhões de usuários consomem mídia em três diferentes telas no País – quase o dobro quando comparado à França (19M) ou Reino Unido (16M). Essa tendência está trazendo uma nova configuração no consumo de mídia e também um caminho de compra ainda mais complexo: com quase 7 em cada 10 usuários brasileiros usando TV e smartphones ao mesmo tempo, assistir TV não é mais uma atividade que demanda atenção exclusiva. Leia mais no Adnews

Por que a P&G direciona 35% do investimento de marketing para digital?

Um levantamento recente indicou que a Procter & Gamble (P&G) gasta quase 35% de seu orçamento de marketing na área digital. A informação surpreende o mercado, já que a empresa está em ramo da indústria no qual os produtos inclinam-se para uma comunicação voltada para o mundo off-line, como TV, mídia impressa e PDV. Além disso, segundo a empresa especializada em monitoramento de mídia e marketing, a Kantar Media, a P&G gastou 6,8% do montante de US$ 2,9 bilhões direcionados a mídia, em ações publicidade de display online. Mas qual seria a razão do alto investimento digital? O CEO da empresa, A.G. Lafley, explica que este tipo de estratégia tem se mostrado extremamente eficaz. “Nós estamos martelando sobre a eficácia da comunicação. O digital já é realidade para muitas empresas e para nós, no dia-a-dia, comprovamos essa eficiência”, comentou. ProXXIma