I Love NY está de volta!



Depois de 31 anos, volta a famosa campanha do coraçãozinho. Impressionante, aliás, como foi feliz aquele ícone, criado pelo grande Milton Glaser. De certa forma, parece até que nunca saiu do ar, pois continuou em tudo quanto é camiseta, caneca de café… e imitações. Sim, porque literalmente milhares de outras cidades, empresas, pessoas, etc., etc., passaram a escrever I, ou Eu, ou Ich, ou Io, ou Je, ou seja lá como o pronome pessoal se escreva, mais coraçãozinho + nome da cidade/empresa/instituição/pessoa/etc.

 

A nova campanha tem uma verba de “apenas” 17 milhões de dólares. Que é muito menos do que gastam locais vizinhos, como os estados de Pennsylvania e Ontario, Canadá, só para ficar nos exemplos citados por Thomas Ranese, Chief Marketing Officer do Empire State Development Corp., órgão responsável pela campanha. O objetivo é crescer o número de visitantes de 155 milhões em 2006 para 200 milhões em 2020 e para um gasto de 60 bilhões de dólares/ano.

 

Fiz questão de repetir essas informações, porque acho covardia comparar com a campanha de São Paulo que está no ar. Não pela verba, mas pela indigência criativa.