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Mulheres gostam mais de mídias sociais, venda de cliques falsos, e mais

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Estudo: mulheres gostam de mídias sociais mais dos que os homens

Vendas de cliques, seguidores e interações falsas já é negócio de bilhões. Confira abaixo

Um estudo do Pew Research divulgado no dia 30/12 informou que 76% das mulheres adultas online dos EUA usam o Facebook, em comparação com 66% dos homens. Valores similares em termos da divisão mulheres / homens foram encontrados em relação ao Twitter (18%/17%), Instagram (20/17) e Pinterest (33/8). LinkedIn é o ponto fora da curva: os pesquisadores disseram que 24% dos homens com Internet utilizam o site em comparação com 19% das mulheres. Toda grande plataforma, diz o estudo, teve um aumento de usuários em comparação com dezembro de 2012, com 73% dos consumidores online agora utilizando pelo menos um canal de mídias sociais, e 42% utilizando vários. Instagram teve ganhos particularmente fortes no ano passado, com jovens de 18 a 29 anos (até nove pontos percentuais, para 37%) e afro-americanos (até 11 pontos percentuais, para 34. Os resultados são baseados em dados de entrevistas telefônicas realizadas pelo grupo de Princeton Survey Research Associates International durante o final do verão. Eles entrevistaram 1.801 adultos com mais de 18 anos de idade em Inglês e Espanhol. Fonte: Adweek (via Portal Abemd)

Usuários ganham ferramenta para denunciar irregularidades no transporte público

Quem realiza trajetos diários por meio de ônibus, metrô ou trem nas grandes capitais do país costuma reclamar das situações incômodas que precisa enfrentar. Em busca de soluções por mais qualidade nos serviços oferecidos, o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) lançou uma campanha que incentiva os usuários a exigirem seus direitos como cidadãos. A iniciativa #Chegadeaperto foi desenvolvida com o apoio da ClimateWorks Foundation e conta com uma página no Facebook. Na rede social, o grupo usa o humor para chamar atenção dos direitos que todos os usuários têm e muitas vezes nem sabem. Uma das imagens compartilhadas, por exemplo, leva a seguinte mensagem: “Se não conseguiu chegar ao seu destino, se o veículo quebrou, se viajou apertado peça sua passagem de volta”. Para o pesquisador do Idec, João Paulo Amaral, o transporte público de qualidade é um direito garantido pelo CDC (Código de Defesa do Consumidor), mas é preciso a mobilização da sociedade para que as mudanças ocorram. Segurança, informação e qualidade são os três pontos em favor dos usuários destacados no CDC. Em relação à segurança, a cartilha afirma que é direito, a estrutura e condução seguras no transporte dos passageiros, como brigada de incêndio e velocidade compatível, já no quesito informação é necessário canais acessíveis para orientação do usuário, bem como informes imediatos em casos de atraso ou transtornos durante a viagem, o terceiro ponto é a qualidade, que diz respeito à saúde do usuário, assegurando acessibilidade a deficientes, temperatura e espaço apropriados, bem como tempo de viagem programado. O nível de descaso com os usuários do transporte público varia entre as regiões brasileiras, só em São Paulo e Belo Horizonte, por exemplo, o Idec levantou 146 irregularidades nos serviços prestados de ônibus e metrô. O grupo aposta na iniciativa da população para melhorar a qualidade e, consequentemente, melhorar a mobilidade urbana com mais pessoas optando por meios de locomoção mais sustentáveis. CicloVivo

Venda de cliques falsos já atinge a casa das centenas de milhões de dólares

Desde que o Facebook foi lançado há quase 10 anos, os usuários procuram expandir suas redes sociais com o objetivo de obter ganho financeiro. E as próprias empresas de mídias sociais citam os níveis de engajamento para mostrar seu valor. Não é surpresa, portanto, que um estudo da Associated Press tenha encontrado um mercado global crescente de cliques falsos, que as empresas de tecnologia lutam para controlar. Registros online, estudos da indústria e entrevistas mostram que existem empresas aproveitando essa oportunidade de fazer milhões de dólares falsificando ações em mídias sociais. Andrea Stroppa e Carla De Micheli, pesquisadores italianos da área de segurança, estimam em 2013 que as vendas de falsos seguidores do Twitter têm o potencial de gerar entre US$ 40 milhões e US$360 milhões e que as atividades de falsos perfis do Facebook rendem US$ 200 milhões por ano. Apesar das providências anunciadas, as próprias empresas de mídias sociais compram cliques de empresas como BuyPlusFollowers, que vende 250 compartilhamentos do Google+ por US$12,95, InstagramEngine que vende 1000 seguidores por 12 dólares e AuthenticHits que vende 1000 “plays” no SoundCloud por US$9. Um dos hubs dessas “click-farms” é a cidade de Dhaka, em Bangladesh. Shaiful Islam, CEO da empresa local IT World que promove mídias sociais disse que paga trabalhadores para clicar manualmente em páginas de mídias sociais dos clientes, tornando mais difícil para o Facebook, Google e outros pegá-los. “Essas contas não são falsas, são genuínas”, disse ele. Uma verificação recente no Facebook mostrou Dhaka como a cidade mais popular para muitas páginas, incluindo a do jogador de futebol Leo Messi, que tem 51 milhões de likes, além da própria página de segurança do Facebook, que tem 7,7 milhões de likes, e página do Google (eles tem uma página no Facebook, sim), que tem 15,2 milhões de likes. É fácil entender o sucesso desse negócio. O CEO e presidente da WeSellLikes.com, que falou anonimamente ao site TechCrunch, disse que “as empresas compram likes no Facebook porque temem perder consumidores potenciais se eles forem para as suas páginas e virem apenas 12 ou 15”. Fonte: Yahoo!News  (via Portal Abemd)

Pesquisa: quase 25% das vendas de viagens no Brasil já são transacionadas online

O site eMarketer acaba de publicar o relatório de uma nova pesquisa denominado “Brazil Digital Travel: Lookers Abound, but Bookers Are Less Common”. O estudo mostra uma indústria em crescimento: níveis de renda mais altos e a expansão da oferta geraram novos viajantes na chamada “nova classe média” e aumentaram os gastos dos viajantes mais experientes e mais ricos. Como os consumidores no Brasil usando mais a internet para pesquisar e planejar suas viagens, agências de viagens online, companhias aéreas e sites de hotéis estão vendo o tráfego aumentar. Mas os pesquisadores de viagens online não são, necessariamente, os compradores de viagens online. As preocupações dos consumidores sobre privacidade e segurança ainda fazem com que a maioria das pesquisas não se transformem em reservas reais, de acordo com alguns especialistas. Ainda assim, cerca de um quarto das vendas de viagens no Brasil está sendo transacionado online, o que deve crescer quando os consumidores se tornarem mais confortáveis com reservas online. A Copa de 2014, que acontecerá em 12 cidades, diz o estudo, deve acelerar esse processo. As vendas digitais de viagens devem crescer 34,2% durante o ano. Em um país onde a maior parte do uso novo da internet está vindo através de telefones celulares, a internet móvel impactará significativamente o setor de viagens. Mas, por ora, a maioria das atividades de viagem via mobile parece consistir em pré-reservas e pesquisa durante a viagem. Fonte: eMarketer (via Portal Abemd)


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