Partículas que viajam mais rápido que a luz intrigam cientistas

Um dos pilares da física atual é que a velocidade da luz é o limite a que um corpo pode viajar. É o segundo postulado da Teoria da Relatividade tal qual descrita por Einstein. Milhares de experimentos já foram realizados a fim de medi-la com mais e mais precisão. Mas agora isso estaria sendo posto em cheque.

Neutrinos enviados por via subterrânea das instalações de Cern (é a sigla em inglês do Centro Europeu de Investigação Nuclear) para o de Gran Sasso, a 732 km de distância, pareceram chegar ao seu destino frações de segundo mais cedo que a teoria de um século de física faria supor. Até então nunca havia sido possível encontrar uma partícula capaz de exceder a velocidade da luz.

Um dos autores do estudo, o cientista Antonio Ereditato, falou o seguinte: “Tentamos encontrar todas as explicações possíveis para esse fenômeno. Queríamos encontrar erros – erros triviais, erros mais complicados, efeitos indesejados – e não encontramos”. E, ressaltando a cautela do grupo em relação às próprias conclusões, está pedindo à comunidade científica internacional que analise os resultados.

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