Se você voltasse a 2006, o que mudaria no desenvolvimento das mídias sociais? (5a. da série)

Respostas à quinta questão formulada pelo site Who´s blogging what e pela Hubspot. Se quiser repassá-las, confirme aqui.

Segmentação do relacionamento, por Scott Fox

“Eu teria trabalhado com o Facebook para ajudar a reconhecer mais cedo o valor da privacidade. A SEGMENTAÇÃO DOS RELACIONAMENTOS EM ‘CÍRCULOS’ TRAZIDA PELO GOOGLE+ NÃO TERIA ESPERADO POR 2011. Oh, e eu teria comprado Twitter.com primeiro.”

Foco no analytics, por Roland Smart

“Eu teria encorajado as redes sociais a serem mais transparentes com desenvolvedores externos e EU DARIA UM FOCO MUITO MAIOR A UM ANALYTICS ACIONÁVEL LOGO DE CARA.”

As mentes das pessoas, por Susan Payton

“AS MENTES DAS PESSOAS! Eu acho que as empresas estão olhando em volta agora desejando ter prestado mais atenção mais cedo às mídias sociais.”

Grande ritmo, por Mitch Joel

“Não muito. Mídias sociais são uma plataforma de publicação. Qualquer um pode publicar qualquer coisa em texto, áudio, imagens e vídeo instantaneamente e de graça para o mundo ver. A qualidade sobe para topo e eu não penso que haja uma coisa que alguém possa fazer para torná-lo tão interessante quanto já é. Você pode observar um movimento como a primavera árabe acontecer enquanto outra pessoa obtém melhor atendimento ao consumidor e outra ainda publica um post em um blog que muda toda sua percepção da realidade. Eu não mudaria nada… EU GOSTO DO RITMO E DA MATURIDADE COM QUE AS MÍDIAS SOCIAIS AVANÇAM.”

Um lançamento mais rápido do Google+, por Ian Lurie

“Eu faria o Google lancer o Google+ cinco anos antes. Eu gosto da natureza distribuída da rede deles versus a sensação de estar preso entre muros do Facebook. Eu acho que com uma API decente, eu realizaria muitas promessas. DA FORMA COMO ESTÁ, EU ACHO QUE GOOGLE+ É PROVAVELMENTE MUITO POUCO, MUITO TARDE.”

Alinhamento com experiências da vida real, por Sharbyn Lauby

“AS EMPRESAS PRECISAM ALINHAR SUAS ‘EXPERIÊNCIAS DO CONSUMIDOR NA VIDA REAL’ COM AS ‘INTERAÇÕES ONLINE DO CONSUMIDOR’. Eu vejo incontáveis contas de Facebook e Twitter que se tornaram nada mais do que um band-aid para responder a reclamações dos consumidores e postar desculpas. Mídia sociais é tão mais que isso e até que as organizações invistam em experiências face a face, elas perderão o que as mídias sociais realmente podem fazer por elas.”

Absolutamente nada, por Jeff Bullas

“A resposta a o que eu gostaria de mudar é que eu não gostaria de mudar nada! A jornada das mídias sociais é excitante e sou permanentemente surpreendido e maravilhado pela criatividade que emerge da sopa primordial dos empreendedores e engenheiros que lidam com mídias sociais. EU QUERO CONTINUAR A ENCONTRAR NOVAS PESSOAS DE TODO O MUNDO E CONECTAR-ME COM ELAS ATRAVÉS DO PODER E DA MÁGICA DAS MÍDIAS SOCIAIS. Lembr-me de uma frase de Arthur C. Clarke, o autor de 2001: ‘toda tecnologia madura é indistinguível da magia’.”

Incluiria transparência, por Cameron Chapman

“O NÚMERO 1 PARA MIM SERIA TRANSPARÊNCIA, PARTICULARMENTE EM RELAÇÃO A COMO A INFORMAÇÃO ESTÁ SENDO USADA. Do ponto de vista de marketing, eu sei que há essa sensação de podemos coletar melhor. Mas do ponto de vista do relacionamento com um consumidor real, aquela informação é tão mais valiosa se as pessoas optarem por compartilhá-la com você. E isso é algo que as redes sociais estão apenas começando a entender e a incluir. Mas se tivesse sido incluído desde o começo eu acho que haveria muito mais confiança na esfera das mídias sociais.”

Privacidade pessoal, por Sarah Worsham

” COMO LIDAMOS COM A PRIVACIDADE PESSOAL. Eu não acho que a maioria das pessoas entenda como as empresas e as redes sociais estão usando a informação que é recolhida sobre elas. Algum nível de compartilhamento da informação é vital para o sucesso de muitos modelos de negócio atuais,  mas teria sido simpático desenvolver aqueles modelos de uma maneira que tornasse mais transparente como a informação está sendo usada.”

O conteúdo é maior que as ferramentas, por Joe Pulizzi

“Educar mais as pessoas sobre o fato de as ferramentas têm quase nada a ver com o poder real das mídias sociais… É O QUE ESTÁ DENTRO DESSAS FERRAMENTAS QUE CONTA (UH, O CONTEÚDO).”