“Será que devemos encerrar nosso cartão de fidelidade?”

Neste carnaval, o blog estará meio que em recesso. O “meio que” explica-se pelo fato de que não estará completamente abandonado. Em um dos grupos do LinkedIn de que participo, “Retention, CRM, Customer Insights & Loyalty Marketing…”, um dos participantes, Antonio Beja, um lisboeta que é Vice-Presidente Executivo do International Family Office, publicou uma questão que assola muitos dos profissionais envolvidos com estratégias de marketing de relacionamento envolvendo cartões de fidelidade. Publicarei abaixo a questão por inteiro e, nos posts seguintes, as contribuições ao debate oferecidas por outros membros do grupo. Confiram.

Uma das empresas de varejo nas quais participo do Conselho está pensando em abandonar o programa de cartão de fidelidade que foi implementado há 4 anos e investir o dinheiro que estavam gastando com os cartões de forma  indiscriminada para  todos os clientes. Atualmente, apenas 30% dos clientes usam cartões e nossos estudos mostram que eles têm cartões dos nossos concorrentes também. A idéia é direcionar o tráfego para nossa loja, mesmo que isso signifique comprometer a informação que temos sobre nossos clientes (a qual, na realidade, nem mesmo usamos de forma eficiente). A idéia é garantir a manutenção através de baixos preços diários em categorias específicas. Alguém aqui adotou a mesma estratégia? Estou interessado em alguns insights de experiências passadas.  Obrigado.