Contratos inteligentes podem aumentar qualidade de dados em até 50%

Pesquisa afirma também que a disponibilidade de dados deve diminuir no mesmo período devido à eliminação de todo acesso a dados disponíveis de outros intermediários   
Contratos inteligentes são programas ou protocolos que operam em uma blockchain e facilitam, verificam ou executam processos de negócios acionados por eventos, bem como transações ou interações na cadeia com outros contratos inteligentes. Uma pesquisa conduzida pela empresa de pesquisas Gartner Inc. prevê um aumento de 50% na qualidade geral dos dados até 2023 para todas as empresas e organizações que usam contratos inteligentes em blockchain. “Quando uma organização adota contratos inteligentes de blockchain, impostos externamente ou adotados voluntariamente, eles se beneficiam do aumento na qualidade dos dados”, disse Lydia Clougherty Jones, diretora sênior de pesquisa da Gartner. No entanto, a disponibilidade de dados deve diminuir no mesmo período devido à tecnologia blockchain que substitui os processos de negócios tradicionais. Ao iniciar contratos inteligentes e eliminar todo acesso a dados disponíveis de outros intermediários de terceiros, isso removeria esses terceiros da transação. “Essa variável pode deixar os participantes em uma posição pior do que se eles não participassem do processo de contrato inteligente de blockchain. Como tal, a disponibilidade geral de ativos de dados de uma organização diminuiria em 30% até 2023 “, acrescentou Jones. O relatório recente da Gartner, “Previsões 2020: Estratégias de Dados e Análise – Investir, Influenciar e Impacto”, também disse que a tecnologia de contratos inteligentes ainda está em seus estágios iniciais, e as organizações globalizadas ainda estão demorando em adotá-la.O impacto líquido, no entanto, é um resultado positivo para o retorno do investimento em dados e análises (ROI), observa o relatório. Fonte: Criptofácil
Pesquisa: autopagamento e biometria são as tecnologias mais esperadas pelos consumidores no mundo

A maioria dos consumidores pelo mundo espera que as redes varejistas implementem métodos de pagamento inovadores e tecnologias nas lojas para melhorar a experiência de compra. Essa descoberta faz parte da Global Consumer Survey, um estudo encomendado pela Wirecard, líder global de inovação em tecnologia financeira digital, que entrevistou 6 mil clientes em países da Europa, Ásia e Américas.Global e regionalmente, foi identificado o desejo de usar novas tecnologias que tornem a experiência de compra mais conveniente. Isso inclui o uso de aplicativo para comprar produtos usando o autopagamento, ou self-checkout (71% se disseram um pouco ou muito interessados), espelho inteligente que permita a visualização de produtos adicionais, a solicitação de outros itens e a compra de mercadorias sem fazer check-out (65% um pouco ou muito interessados), lojas sem atendentes como a Amazon Go (61% um pouco ou muito interessados), Realidade virtual (RV) para experimentar itens de vestuário antes de comprá-los online (61% de certa forma ou muito interessados). No Brasil, os consumidores estão mais abertos à utilização de novas tecnologias em relação a outros países. Por exemplo, 82% dos brasileiros mostraram muito ou algum interesse em baixar um app para realizar autopagamento em lojas do varejo, contra apenas 57% dos norte-americanos e 51% dos australianos. A pesquisa também mostra que 77% dos brasileiros teriam interesse em uma ferramenta de realidade virtual que os ajudasse a experimentar uma peça de roupa antes de comprá-la na loja física. Nos Estados Unidos, apenas 42% dos entrevistados se disseram interessados nessa tecnologia. Outra conclusão da pesquisa foi que os pagamentos móveis são importantes para os consumidores, e tudo indica que serão uma realidade em breve. 44% dos entrevistados disseram que deixariam de comprar em uma loja física se ela não oferecesse formas de comprar usando o celular. Além disso, a pesquisa da Wirecard indica que vale a pena para os varejistas implementar métodos de pagamento biométricos, como reconhecimento facial e impressão digital. Em todos os países analisados, três em cada cinco entrevistados estariam interessados em usar dados para comprar produtos on-line (66%) e na loja (68%). No Brasil, 81% dos entrevistados demonstraram muito ou algum interesse em utilizar a biometria para comprar na loja, e 76% para comprar online. Nos Estados Unidos, esse valor cai para 63% nas lojas físicas e 58% online.