Twitter promove Mulheres que Inspiram e divulga pesquisa sobre universo feminino

Plataforma indica mulheres para serem seguidas e conta com indicações de ativistas para divulgação de grupos

Em uma de suas ações em virtude do Dia Internacional da Mulher, ocorrido nesta segunda-feira (8 de março), o Twitter incentivou ativistas de diferentes causas a compartilhar dicas de Mulheres que Inspiram e disponibilizou uma lista com perfis de destaque para quem quiser seguir o tema e receber as atualizações em tempo real.

Luciana Viegas (@luu_viegas), Olívia Pilar (@oliviapilar , Deborah Martins (@alecrimbaiano), Jaqueline Gomes de Jesus (@JaquelineJsus), Ana Clara (@anaclaramoniz), Zannandra Fernandez (@zannandra), Luana Carvalho (@lxcarvalho) e Thyara Pataxó Arco (@PataxoThyara) indicaram outras mulheres importantes a serem seguidas.

Os nomes das ativistas foram escolhidos com base em sua participação em grupos historicamente reprimidos ou sub-representados no debate público, como as comunidades LGBTQIA+, de pessoas com deficiência, indígenas, negras e gordas.

Além disso, para fomentar o assunto e aumentar a repercussão sobre o tema, o Twitter criou a hashtag #SomosMulheres e iniciou a campanha para destacar as mais diversas formas de ser mulher. A plataforma contou com um emoji exclusivo, visível ao Tweetar com a hashtag, para estimular conversas sobre o tema.

Veja a thread com as indicações: https://twitter.com/TwitterBrasil/status/1368902985795985408

Pesquisa recente do Twitter mostrou que a audiência feminina da plataforma no Brasil é bastante plural e busca de informações e conexões de qualidade. De acordo com levantamento feito pelo serviço, 47% das mulheres que utilizam o Twitter se declaram pretas ou pardas, 2% amarela e 1% indígena. Outros 2% preferiram não informar, enquanto menos do que a metade (49%) se identificaram como brancas.

Como consequência, os conteúdos presentes no Twitter refletem essa diversidade. Mais da metade das mulheres ouvidas se interessa pelas comunidades que abordam questões sobre mulheres e gênero (61%), incluindo também preservação do meio ambiente (43%), comunidades LGBTQIA+ (30%) e negra (25%), e maternidade (22%).

A maioria das respondentes (59%) acredita que o Twitter conta com mais conteúdos sobre as comunidades com as quais se identificam em relação a outros serviços. Para essas mulheres, a plataforma proporciona mais liberdade, menos julgamentos, mais diversidade de opiniões e mais facilidade e rapidez na interação.

De forma geral, as mulheres que estão no Twitter buscam se atualizar sobre o que está acontecendo no mundo (90%) e compartilhar seus pensamentos, opiniões e experiências (78%).