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Muitas pessoas ainda acreditam que se querem algo bem feito, elas mesmas devem fazer. Este conceito enraizou uma dificuldade na hora de delegar tarefas e responsabilidades, inclusive no mundo empresarial. Entretanto, devido ao porte das empresas, é visível a dificuldade e as perdas que este pensamento pode ocasionar. Desta forma, este receio é mais bem aproveitado na hora de escolher quem irá desempenhar determinada função. No caso da recuperação de crédito, principalmente devido a infraestrutura, a relação desta com as empresas parceiras já está tão consolidada que só existe maior cuidado na hora de escolher com quem trabalhar.
Para Emilio Vieira Neto, sócio e diretor de negócios da Cobrev, as empresas terceirizam a recuperação de crédito com base na expertise das empresas que atuam no mercado e o conhecimento destas sobre a situação sócio-financeira dos devedores. “Isso por terem em suas bases de informações, dados históricos de comportamento de tais clientes e utilizarem ferramentas e estratégias assertivas na abordagem, seja humana e/ou tecnológica”, ilustra. Com isso, a preocupação da empresa contratante é apenas com relação a definição de estratégias.
Assim, existem motivos que pesam na hora de escolher uma recuperadora de crédito – além da infraestrutura e experiência no ramo -, como a manutenção de uma equipe de RH, treinamento e turnover dos colaboradores na área de cobrança, por exemplo. “Gasta-se muito com contratação, treinamento e rescisão de colaboradores com permanência inferior a 12 meses”, explica Neto. Desta forma, observando a atual conjuntura econômica, saber firmar uma parceria pode trazer benefícios, inclusive, financeiros.

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