Bons sinais para 2011

0
2

Autor: Jair Lantaller

Os sinais que 2011 será um bom ano, assim como foram os anteriores, começam a ser dados. É evidente que é muito precoce fazermos uma análise completa com tão pouco tempo percorrido. Mas os indícios são alvissareiros e as perspectivas bastante positivas.

O setor produtivo do país está em pleno vapor em inúmeros setores tanto que a Receita Federal estima para o ano um crescimento de 10% na arrecadação. Segundo o órgão, os principais vetores serão o aumento da demanda doméstica e da produção industrial. No ano passado, tivemos um crescimento da produção industrial superior aos 10%, o melhor resultado desde 1986, auge do Plano Cruzado.

No setor automobilístico, os financiamentos cresceram significativamente e a Anef (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras) fez sucessivos anúncios, ao longo de 2010, para quedas nas taxas médias de juros praticados no financiamento de veículos.

Um cenário bastante estável para o começo do ano e otimista para o setor de crédito e cobrança. A inflação sob controle e a estabilidade econômica permitiram uma forte expansão no crédito nos últimos anos e, pelos primeiros indícios, continuará no mesmo patamar ou ainda com mais oferta. Caso a inflação apresente sinais claros de controle, o Banco Central deverá manter a taxa de juros e até voltar a derrubá-la, o que será benéfico para toda a economia.

O reajuste do salário mínimo com aumento real trará mais pessoas ao crédito. Assim como os baixos índices de desemprego também contribuem para que um grupo maior esteja dentro da economia, consumindo e comprando crédito.

O Instituto Geoc (Gestão de Excelência Operacional em Cobrança) atento a todo esse cenário vem se preparando e oferecendo aos associados oportunidades para a consolidação das empresas dentro de um país com a economia cada vez mais robusta, porém bastante competitiva.

A certificação do Instituto Geoc, consolidada e que tem servido de modelo para outros países, é definitivamente uma demonstração para o mercado de que as empresas inseridas no Instituto compartilham das melhores práticas de gestão e não temem uma avaliação externa. O Selo de Qualidade do Instituto Geoc permitiu que as empresas investissem cada vez mais na busca e implementação de soluções inovadoras, fundamentais para o fortalecimento da indústria de crédito e cobrança.

As perspectivas de crescimento do País de forma constante e duradoura, com o fortalecimento da economia e a forte expansão do crédito, geram, para as empresas participantes do Igeoc, um desafio ainda maior.

Não há dúvida que novos produtos surgirão e que, além do crescimento das carteiras existentes, principalmente do financiamento imobiliário, teremos grandes eventos que influenciarão a nossa indústria, como a Copa do Mundo e a Olimpíada. Começamos bem, mas é preciso arregaçar as mangas.

Jair Lantaller é presidente do Instituto Geoc