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Cresce demanda do consumidor por crédito

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A quantidade de pessoas que buscou crédito avançou 3,8% em agosto, na comparação ao mês imediatamente anterior, de acordo com o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito. Na comparação com agosto do ano passado, a alta foi de 2,5%. No acumulado do ano, a busca do consumidor por crédito cresceu 9,1% perante os primeiros oito meses do ano passado. De acordo com os economistas da Serasa Experian, a busca do consumidor por crédito exibiu crescimento em agosto impulsionada pela retração da inflação, passados os impactos transitórios da paralisação dos caminhoneiros, e pela recuperação recente, ainda que incipiente, do nível de emprego no país.
O crescimento da demanda dos consumidores por crédito em agosto ocorreu em todas as classes de renda. Para os que ganham até R$ 500, foi de 4,6%. Para os consumidores com renda mensal entre R$ 500 e R$ 1.000, foi de 3,8%. Para a renda mensal entre R$ 1.000 e R$ 2.000, foi de 3,6%. Já os consumidores com renda mensal entre R$ 2.000 e R$ 5.000, foi de 3,8%. Para os que ganham entre R$ 5.000 e R$ 10.000 por mês, o avanço foi de 3,6% e, por fim, para a renda mensal maior que R$ 10.000, o crescimento na procura por crédito foi de 4,4%.
No acumulado do ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, a procura do consumidor por crédito apresentou variações positivas em todas as faixas de renda: alta de 30,1% para quem recebe até R$ 500 por mês; de 6,6% para quem ganha entre R$ 500 e R$ 1.000 mensais; e 6,9% para os que recebem entre R$ 1.000 e R$ 2.000 por mês. Já nas rendas mais altas, os avanços na procura por crédito no acumulado do ano até julho/18 foram: 6,8% para a faixa de renda entre R$ 2.000 e R$ 5.000 mensais; 6,9% para o consumidor com renda entre R$ 5.000 e R$ 10.000 por mês e de 7,1% para quem ganha mais de R$ 10.000.

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A quantidade de pessoas que buscou crédito cresceu 15,2% no acumulado dos primeiros quatro meses de 2018, de acordo com o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito. Somente em abril, a alta interanual, isto é, em relação ao mesmo mês do ano passado foi de 23,9% (porém este resultado foi impactado pela maior quantidade de dias úteis em abril deste ano, 21 contra 18 em abril de 2017). Já com relação a março, a demanda do consumidor por crédito apresentou pequeno recuo de 0,3%.
De acordo com os economistas da Serasa Experian, o crescimento da procura por crédito por parte do consumidor neste ano relaciona-se não apenas com taxas de juros mais baixas do que as que prevaleciam há um ano, mas também com um maior grau de confiança do consumidor, dado basicamente pela queda da inflação, que o encoraja a demandar mais crédito.
O crescimento da demanda por crédito em abril ocorreu eu todas as regiões do país. Na Região Sul, a alta foi de 22,4% em relação a abril. No Norte foi de 26,6%. No Centro-Oeste, o avanço foi de 27,7% e no Sudeste o crescimento foi de 20,6%. No Nordeste a alta foi de 32,0%. Na comparação contra o acumulado do primeiro quadrimestre do ano passado, houve avanços da demanda por crédito em todas as regiões: no Nordeste (22,4%); Sudeste (14,6%); Norte (14,4%); Centro-Oeste (14,8%) e no Sul (10,4%).
ANÁLISE POR CLASSE DE RENDA PESSOAL MENSAL
O crescimento interanual, na comparação com abril de 2017, da demanda dos consumidores por crédito ocorreu em todas as classes de renda. Para os que ganham até R$ 500, foi de 50,2%. Para os consumidores com renda mensal entre R$ 500 e R$ 1.000, foi de 21,3%. Para a renda mensal entre R$ 1.000 e R$ 2.000, foi de 21,2%. Já os consumidores com renda mensal entre R$ 2.000 e R$ 5.000, foi de 20,4%. Já para os que ganham entre R$ 5.000 e R$ 10.000 por mês, o avanço foi de 19,3% e, por fim, para a renda mensal maior que R$ 10.000, o crescimento na procura por crédito foi de 19,5%.
No acumulado do primeiro quadrimestre, na comparação com o mesmo período do ano passado, a procura do consumidor por crédito apresentou variações positivas também em todas as faixas de renda: alta de 38,8% para quem recebe até R$ 500 por mês; de 12,7% para quem ganha entre R$ 500 e R$ 1.000 mensais; e 12,7% para os que recebem entre R$ 1.000 e R$ 2.000 por mês. Já nas rendas mais altas, os avanços na procura por crédito no acumulado do primeiro quadrimestre de 2018 foram: 12,5% para a faixa de renda entre R$ 2.000 e R$ 5.000 mensais; 12,5% para o consumidor com renda entre R$ 5.000 e R$ 10.000 por mês e de 13,1% para quem ganha mais de R$ 10.000.

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A quantidade de pessoas que buscou crédito cresceu 13,2% em março na comparação com fevereiro, de acordo com o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito. Em relação ao mesmo mês do ano passado, a demanda avançou 5,5%. No acumulado do primeiro trimestre deste ano, o número cresceu 12,5%. Este foi o melhor resultado para um primeiro trimestre dos últimos sete anos, perdendo apenas para os primeiros três meses de 2010 (+19,4%) e de 2011 (+12,9%).
O crescimento da demanda dos consumidores por crédito em março ocorreu em todas as classes de renda. Para os que ganham até R$ 500, a alta mensal foi de 14,9%. Para os consumidores com renda mensal entre R$ 500 e R$ 1.000, o crescimento foi de 13,0%. Para a renda mensal entre R$ 1.000 e R$ 2.000, a alta foi de 12,7%. Entre os consumidores com renda mensal entre R$ 2.000 e R$ 5.000, o aumento foi de 13,5%. Já para os que ganham entre R$ 5.000 e R$ 10.000 por mês, o avanço foi de 13,9% e, por fim, para a renda mensal maior que R$ 10.000, o crescimento na procura por crédito foi de 12,7%.
No acumulado do primeiro trimestre, na comparação com o mesmo período do ano passado, a procura do consumidor por crédito apresentou variações positivas também em todas as faixas de renda: alta de 35,2% para quem recebe até R$ 500 por mês; de 10,0% para quem ganha entre R$ 500 e R$ 1.000 mensais; e 10,1% para os que recebem entre R$ 1.000 e R$ 2.000 por mês. Já nas rendas mais altas, os avanços na procura por crédito no acumulado do primeiro bimestre de 2018 foram: 10,0% para a faixa de renda entre R$ 2.000 e R$ 5.000 mensais; 10,2% para o consumidor com renda entre R$ 5.000 e R$ 10.000 por mês e de 11,1% para quem ganha mais de R$ 10.000.

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A quantidade de pessoas que buscou crédito em novembro de 2017 cresceu 1,4% em relação ao mesmo mês do ano anterior, de acordo com o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito. No acumulado do ano até novembro a busca do consumidor por crédito avançou 4,2%. Na comparação com o mês imediatamente anterior (outubro/17) houve alta de 1,3% na demanda do consumidor por crédito.
De acordo com os economistas da Serasa Experian, a sétima alta interanual consecutiva deste indicador revela que os consumidores, especialmente os de baixa renda, estão retornando ao mercado de crédito, influenciados pela redução da inflação, pela queda dos juros, pelo início de um processo de recuperação gradual do emprego formal e pelo maior grau de confiança dos consumidores na economia.

Análise por classe
A alta interanual da demanda do consumidor por crédito em novembro/17 ocorreu exclusivamente na baixa renda: alta de 23,4% para os consumidores que ganham até R$ 500 por mês. Nas demais houve quedas. Para os que recebem entre R$ 500 e R$ 1.000, a queda foi de 0,5%. Para quem ganha entre R$ 1.000 e R$ 2.000 o recuo foi de 1,2%. Para os consumidores que ganham entre R$ 2.000 e R$ 5.000 mensais, o decréscimo em novembro/17 foi de 1,3%, idem para os que ganham entre R$ 5.000 e R$ 10.000. Por fim, os consumidores de renda mensal acima de R$ 10.000, a demanda por crédito caiu 0,7% em novembro/17.
Na comparação com o período acumulado de janeiro a novembro do ano passado, a procura do consumidor por crédito cresceu 12,9% para quem recebe até R$ 500 por mês, 4,1% para quem ganha entre R$ 500 e R$ 1.000 mensais, e 2,7% para quem recebe entre R$ 1.000 e R$ 2.000. A demanda por crédito acumulada no período de janeiro a novembro de 2017 subiu 3,1% para quem ganha entre R$ 2.000 e R$ 5.000 por mês e se expandiu 3,6% para os que recebem entre R$ 5.000 e R$ 10.000 por mês. E para quem recebe mais de R$ 10.000 mensais houve alta de 3,9% na demanda por crédito nos primeiros onze meses de 2017.
Análise por região
A alta interanual da demanda do consumidor por crédito em novembro/17 ocorreu nas regiões Norte (1,2%), Nordeste (6,0%), Sul (0,7%) e Sudeste (1,5%). Apenas no Centro-Oeste houve queda de 6,8% na demanda dos consumidores por crédito em novembro/17 contra o mesmo mês do ano passado. Nos primeiros onze meses de 2017, a demanda do consumidor por crédito cresceu 6,2% no Norte, 6,9% no Nordeste, 3,3% no Sul e 4,3% no Sudeste. Apenas no Centro-Oeste houve recuo: 0,4% no acumulado de janeiro a novembro de 2017 frente ao mesmo período de 2016.

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Cresce demanda do consumidor por crédito

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A demanda por crédito do consumidor, de acordo com dados nacionais da Boa Vista SCPC, Serviço Central de Proteção ao Crédito, aumentou 1,4% em janeiro, na avaliação dessazonalizada contra dezembro. Porém, na avaliação dos valores acumulados em 12 meses (fevereiro de 2016 até janeiro de 2017 frente aos 12 meses antecedentes) houve retração de 9,2%, enquanto na análise interanual (contra o mesmo mês do ano anterior) houve queda de 1,9%.
Considerando os segmentos que compõem o indicador, a avaliação em 12 meses mostrou que nas instituições financeiras houve queda de 14,7%, enquanto para o segmento não-financeiro a diminuição foi de 5,9%. Entretanto, ambos componentes demonstraram novamente desacelerações em comparação com as últimas aferições, indicando uma possível inflexão de tendência.

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A quantidade de pessoas que buscou crédito durante o primeiro semestre de 2013 foi 6,1% superior em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito. Naquela época, por conta da inadimplência do consumidor em ascensão, a demanda havia recuado 7,4% no primeiro semestre de 2012 comparativamente aos seis primeiros meses de 2011.
Embora tenha crescido, tal desempenho mostrou-se inferior aos verificados nos primeiros semestres de 2010 e 2011, períodos em que a demanda registrou expansões de 16,6% e 13,7%, respectivamente. Além disso, os economistas da Serasa Experian alertam para o atual momento de desaceleração do crescimento da procura por crédito, dado que a variação acumulada até abril/13 estava em 8,7%, recuou para 6,4% em maio/13 e encerrou o semestre com 6,1% de crescimento. Este movimento de desaceleração tende a prevalecer ao longo dos próximos meses por causa do processo de elevação da taxa de juros em curso.
Os consumidores de baixa renda lideraram a expansão acumulada no primeiro semestre de 2013 da demanda do consumidor por crédito: alta de 11,9% para os consumidores que recebem até R$ 500 mensais e crescimento de 7,9% para aqueles que ganham entre R$ 500 e R$ 1.000 por mês. Para os consumidores com rendimentos mensais entre R$ 1.000 e R$ 2.000, o aumento da demanda por crédito foi de 4,4%.
Por outro lado, as menores taxas de expansão da demanda do consumidor por crédito no acumulado de janeiro a junho de 2013 concentraram-se nas camadas de maiores rendas da população: altas de 2,2% para quem ganha entre R$ 2.000 e R$ 5.000 mensais; de 0,9% para os consumidores com renda mensal entre R$ 5.000 e R$ 10.000; e de 1,9% para os consumidores com rendimentos superiores a R$ 10.000 mensais.
No acumulado do primeiro semestre de 2013, as regiões Norte e Nordeste registraram as maiores taxas de crescimento da demanda dos consumidores por crédito: altas de 15,7% no Norte e de 12,9% no Nordeste. No Sudeste, a alta de janeiro a junho totalizou 4,3%. A região Sul acumulou crescimento de 4,1% na demanda dos seus consumidores por crédito e no Centro-Oeste a alta de janeiro a junho deste ano foi de 1,9% frente ao primeiro semestre de 2012.

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A quantidade de pessoas que procurou crédito cresceu 5,3% em abril de 2013, na relação ao mês anterior, de acordo com o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito. Foi o segundo mês consecutivo de aumento na procura do consumidor por crédito (em março/13 a alta foi de 11,3% em relação a fevereiro/13) e, na comparação com o mesmo mês do ano passado, o crescimento foi de 17,5%, o maior ritmo anual desde julho de 2011. No acumulado do ano, a procura do consumidor por crédito cresceu 8,7% frente ao primeiro quadrimestre de 2012.
De acordo com os economistas da Serasa Experian, o recuo da inadimplência do consumidor e a manutenção de uma dinâmica favorável do mercado de trabalho vêm estimulando uma recuperação gradativa da demanda do consumidor por crédito, iniciada no último trimestre do ano passado (alta de 5,9% em relação ao 4º trimestre de 2011), e que se manteve nesta mesma tendência durante os primeiros quatro meses de 2013.
Análise por classe de renda pessoal mensal 
A maior taxa mensal de crescimento da demanda do consumidor por crédito ocorreu na faixa de renda de quem ganha até R$ 500 por mês (alta de 6,8% frente ao mês de março/13). Todas as demais faixas de rendimentos mensais exibiram aumentos próximos a 5% na procura por crédito em abril/13.
Análise por região
As regiões Norte e Nordeste foram o destaque na demanda do consumidor por crédito em abril/13, com altas de 8,2% e de 13,8%, respectivamente, na comparação com março/13. No Sul a alta foi de 5,0%, no Centro-Oeste de 3,3% e no Sudeste de 2,5%, sempre em relação ao mês de março/13.

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Cresce demanda do consumidor por crédito

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De acordo com Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito, a quantidade de pessoas que procurou crédito cresceu 5,7% em março de 2011 em relação ao mês imediatamente anterior (fevereiro de 2011). Com esse resultado, a demanda do consumidor por crédito expandiu-se em 12,9% no acumulado do primeiro trimestre de 2011 na comparação com o mesmo período do ano passado.


O crescimento de 12,9% observado no primeiro trimestre de 2011 foi inferior à expansão de 16,4% verificada ao longo de todo o ano de 2010 bem como ao crescimento de 18,3% registrado no quarto trimestre do ano passado. Isso demonstra que a demanda dos consumidores por crédito encontra-se em rota de desaceleração, determinada tanto pelas medidas macro prudenciais adotadas pelo Banco Central no inicio de dezembro do ano passado, quanto pelo atual ciclo de elevação das taxas de juros, salientam os economistas da Serasa Experian.


Os consumidores de baixa renda (que ganham até R$ 500 por mês), a exemplo do que ocorreu em 2010, continuam na liderança da busca por crédito. Nesse primeiro trimestre de 2011, a expansão registrada por essa classe de renda foi de 48,6% em relação aos primeiros três meses de 2010. Em segundo lugar, aparecem os consumidores que ganham entre R$ 5 mil e R$ 10 mil por mês, com alta de 24,6%.


O menor ritmo de crescimento, por sua vez, foi registrado pelos consumidores cuja renda mensal situa-se entre R$ 1 mil e R$ 2 mil: alta de apenas 4,1% em relação ao primeiro trimestre de 2010.As demais classes de renda apresentaram avanços em suas demandas por crédito variando entre 12,2% (renda mensal superior a R$ 10 mil) e 14,7% (ganhos mensais entre R$ 500 e R$ 1 mil).


 


 

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