Decisão na balança…

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Enquanto para o consumidor é relativamente fácil acompanhar as mudanças tecnológicas, para as empresas as coisas são um pouco mais complicadas. Atualmente é necessário possuir todos os canais de comunicação com o cliente interligados, além de se antecipar ao que ele busca no contato. São diversos detalhes que farão a diferença para quem está sendo atendido e para a empresa – bem como para seus colaboradores, que terão o serviço simplificado. Assim, é visível que no setor de cobrança o bom uso da tecnologia é um diferencial e isto inclui um bom fornecedor de TI. Para tanto, é preciso analisar tanto a base da empresa, bem como o rumo que deseja tomar. “O mercado de tecnologia é bastante amplo e uma mesma necessidade pode ser atendida com plataformas diferentes. Com necessidades e objetivos de negócios bem definidos, pode-se manter o foco e direcionar os esforços junto aos fornecedores”, comenta Emilio Augusto Vieira Neto, sócio e diretor da Cobrev. 
Ele reforça ainda a importância de avaliar o impacto da implantação na empresa, além de verificar a atuação do fornecedor no que diz respeito aos diversos suportes para o cliente – no caso, a contratante. Assim, a empresa estará preparada para treinar seus colaboradores adequadamente, não interrompendo o trabalho, e diminuindo o risco de uma queda de sistema, por exemplo.
Neste momento não só a qualidade e eficiência da ferramenta devem ser avaliadas, mas também o custo para instalação na estrutura própria ou em outsourcing, segundo Neto. Com isso é importante que as empresas de cobrança avaliem o custo-benefício para melhor contratação do serviço, observando a real necessidade de se ter uma equipe de TI dentro da própria empresa ou se pode ser terceirizado. “No caso de outsorcing, os dados deve estar em nuvens. Isto favorece a permanência no ar de 100% do processo e, claro, contingências com virada de chaves o que não impedirá a parada de todo o sistema/processo, ou seja, da empresa”, conclui o diretor.