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Futuro desanimador

Passado um pouco mais do primeiro semestre de 2015, pode-se observar que o termo mais recorrente onde quer que esteja é “crise”. Ela não passou e muito menos amenizou. Pelo contrário, só surgiram agravantes: inflação, aumento de juros, alta do dólar, queda da bolsa chinesa, um recente rebaixamento na agência de classificação de riscos, entre outros. Tudo isso pesou, seja no bolso da pessoa física ou jurídica. Assim, até o que havia em abundância nos últimos anos, acabou prejudicado, como é o caso do setor de crédito. As buscas pelo serviço diminuíram, tanto pelos juros elevados quanto pelos prazos menores. E, quando ocorrem, o setor deve ser cauteloso, pois o risco de inadimplência cresceu com o aumento do desemprego – e nada parece que vai diminuir tão cedo.
O diretor executivo de estudos e pesquisas econômicas da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira, alerta que é preciso ser cuidadoso, sim, pois nem sempre o negócio mais rentável é o mais seguro. Exemplo disto é a preferência por fechar negócio com grandes negócios ao invés das micro e pequenas empresas, já que a primeira oferece mais segurança, apesar da segunda ser mais rentável por conta dos juros.
Uma das sugestões de medidas feitas por Oliveira para reverter o quadro é que o governo diminua os compulsórios dos bancos, pois assim teriam mais dinheiro para emprestar, e/ou incentivasse alguns segmentos, apesar de entender a dificuldade desses atos diante da situação macroeconômica. “Esse conjunto de fatores: economia com inflação alta, desaceleração com retração da nossa economia, subida de juros interna, entre outros; finalizam que nós teremos um 2015 muito ruim e um 2016 não muito diferente”, conclui.

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