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Inadimplência em queda

A queda da inflação, a redução das taxas de juros, a entrada dos recursos do FGTS na economia e a reação do mercado formal de trabalho estão contribuindo para reduzir o patamar de inadimplência do consumidor. Em junho de 2017, o número de consumidores inadimplentes no país chegou a 60,6 milhões, queda de 0,7% em relação a maio, que registrou 61,0 milhões, de acordo com de acordo com o Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor. Este foi o primeiro registro de queda em sete meses.
Segundo os economistas da Serasa, a queda da inflação, a redução das taxas de juros, o ingresso dos recursos do FGTS na economia e a reação do mercado formal de trabalho estão contribuindo para reduzir o patamar de inadimplência do consumidor. Na comparação com junho de 2016, houve aumento de 1,51%.
O estudo também mostra que a região com maior percentual de inadimplentes do país é a Sudeste, com 45,2% do total, seguida da região Nordeste, que corresponde a 25,1% do total. O Sul do país é o terceiro colocado do ranking, com 12,8% dos negativados. Norte e Centro-Oeste ficam em quarto e quinto lugar, respectivamente.

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Inadimplência em queda

A inadimplência do consumidor brasileiro caiu 0,2% em outubro, na comparação mensal o mês passado, em todo o país, de acordo com dados da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). No acumulado do ano, os registros de inadimplência aumentaram 2,2% em relação ao mesmo período de 2013. Na comparação interanual (out/14 contra out/13) o indicador apresentou queda de 2,4%. No acumulado em 12 meses, a inadimplência cresceu 1,9%, na comparação com os 12 meses anteriores. O valor médio real das dívidas registradas em outubro foi de R$ 942,78, após ajustes estatísticos.
Ao longo do ano, observaram-se poucas oscilações das variáveis condicionantes para a inadimplência. A previsão é que a maior seletividade das empresas concedentes de crédito, o desaquecimento gradual do mercado de trabalho e as taxas juros mantenham até o final do ano esta mesma dinâmica da inadimplência. Desta maneira, a expectativa é de que o número de registros de inadimplência feche 2014 com um leve crescimento, em torno de 2,5%. 
Na análise regional do acumulado no ano (jan/14 a out/14), a inadimplência apresenta alta: Nordeste (2,8%), Norte (0,9%), Sul (8,2%), Sudeste (0,2%) e Centro-Oeste (6,7%). 
Quando considerado apenas o setor de varejo, o indicador nacional registrou leve alta em outubro, de 0,9%, em comparação ao mês anterior, descontados os efeitos sazonais. Dentre as regiões, mantida a base de comparação, Nordeste e Sudeste apresentaram elevações de 7,8% e 1,7%, respectivamente, enquanto as demais regiões obtiveram quedas, sendo a do Centro-Oeste de 7,7%, Norte 8,3% e Sul 3,5%.

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Inadimplência em queda

Os registros de inadimplência caíram 6,8% em maio de 2014 na comparação com abril, descontados os efeitos sazonais, de acordo com dados nacionais da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). No período de janeiro a maio, o indicador apresenta alta de 2,3% quando comparado ao mesmo período de 2013.
 
Na comparação interanual (contra igual mês de 2013), o indicador registrou queda de 1,4% em maio. Já a tendência de longo prazo, medida pelo valor acumulado nos últimos 12 meses em relação aos 12 meses anteriores (comparação entre jun/13 até mai/14 e jun/12 até mai/13), acelerou um pouco, passando de 1,8% para 1,9% de crescimento. Adicionalmente, o valor médio real das dívidas incluídas neste último mês foi de R$ 1.348, após ajustes estatísticos.
Ao longo do ano, espera-se que alguns fatores condicionantes permaneçam inalterados. Dentre eles, destacam-se a seletividade dos concedentes de crédito, o desaquecimento no mercado de trabalho e o encarecimento do crédito (pelos juros maiores) etc. Com este cenário, a expectativa da Boa Vista SCPC é de que a tendência dos registros de consumidores inadimplência para 2014 permaneça abaixo do patamar de 3%. 

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Inadimplência em queda

De janeiro a outubro deste ano, 20,6 milhões de consumidores entraram na lista de inadimplentes, segundo dados da Serasa Experian. O número é menor que o registrado no mesmo período de 2012 e representa uma queda de 4% em relação a igual período de 2012.
Os economistas da Serasa Experian afirmaram que, desde 2010, o Brasil não registrava queda no ingresso de inadimplentes na base da Serasa no período de janeiro a outubro. Eles apontam que os principais motivos para a queda do número de consumidores inadimplentes são bancos mais rigorosos na concessão de crédito, cautela dos consumidores que estão priorizando pagamento das dívidas; expansão das renegociações de dívidas (incluindo pela internet), o desemprego baixo, a evolução da renda, além do menor ritmo de crescimento do endividamento no ano passado.

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Inadimplência em queda

O Indicador de Recuperação de Crédito, obtido a partir da quantidade de exclusões dos registros de inadimplência, avançou 2% em outubro de 2013, em relação a setembro, conforme a Boa Vista Serviços, administradora do SCPC, Serviço Central de Proteção ao Crédito. Na comparação do acumulado no ano em relação ao período equivalente em 2012, o pagamento de dívidas vencidas registrou elevação de 3,5%. Confrontando-se os resultados dos últimos 12 meses (nov/12 a out/13) com os 12 meses anteriores (nov/11 a out/12), o aumento foi de 3,6%.
A estimativa da Boa Vista é que o indicador de Recuperação de Crédito mantenha se elevando até o final de 2013, porém a um ritmo menor que o observado no primeiro semestre do ano. A desaceleração no mercado de trabalho e a redução dos impactos das melhores condições de crédito ultimamente são fatores que condicionam essa expectativa.

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