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Nem tudo que reluz é ouro

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Assim como acontece no Brasil, o setor de cobrança nos Estados Unidos é um dos grandes responsáveis pela movimentação da economia do país. Entretanto, devido ao fato de que lá cada estado possui uma legislação própria, isso complica um pouco as ações de cobrança, já que, além de não existir uma lei unificada para o setor, a burocracia é muito maior, segundo Patrick J. Morris, CEO da ACA International, que palestrou no 5º Fórum de Inovações do Instituto Geoc.
Entretanto, nos últimos dois anos, foi desenvolvido um programa para o avanço nas regulamentações unificadas, segundo o executivo, a fim de evoluir a legislação, mas o mesmo se encontra parado há dois anos devido às diferenças políticas entre o presidente Barack Obama e o senado. Com isso, muitos advogados processam empresas de recuperação de crédito pelas contradições na lei.
Ainda mostrando as diferenças do segmento entre Brasil e EUA, Morris destacou que as principais empresas que fazem uso dos serviços de recuperação são seguradoras, área da saúde e crédito estudantil. E, se por aqui é permitido telefonar para o celular de quem tem débito, lá só é possível se a pessoa autorizar e a ligação não pode ser feita por discagem automática. “Caso aconteça alguma dessas situações, o devedor reclama na Internet e a recuperadora fica com má fama no mercado.” Mas, assim como aqui existe o Dr. Débito, Morris conta que, desde 2009, eles têm o Ask Dr. Debt, uma ferramenta informativa para tirar as dúvidas do consumidor, que vem auxiliando nesse processo.

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