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Olha a dívida

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O indicador de recuperação de crédito – obtido a partir da quantidade de exclusões dos registros de inadimplentes – apontou queda de 1,1% no acumulado do ano (janeiro a julho de 2015) em comparação ao mesmo período do ano anterior. Os dados nacionais são da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). No acumulado em 12 meses (período que abrange agosto de 2014 até julho de 2015 contra os 12 meses antecedentes), houve queda de 2,6% no pagamento de dívidas do consumidor. Já na variação interanual (julho de 2015 contra julho de 2014) o indicador apresentou alta de 1,2%, enquanto na análise mensal (julho contra junho de 2015), da série de dados ajustada sazonalmente, houve alta de 8,0%.
A queda registrada na análise de longo prazo do indicador pode ser explicada pelo cenário de maior deterioração das variáveis macroeconômicas, tais como o desaquecimento do mercado de trabalho, inflação em níveis elevados, aumento dos juros, entre outros. Fatores que por sua vez impactam diretamente nos orçamentos familiares. Ainda assim, observa-se que a amplitude na avaliação acumulada em 12 meses tem permanecido em um mesmo nível neste ano, começando a demonstrar indícios de retomada de crescimento. Desta forma, a recuperação de crédito deve retornar a um patamar próximo à estabilidade na comparação com 2014.
Na comparação dos dados acumulados em 12 meses observou-se alta nas regiões Centro-Oeste (3,6%), Sul (1,6%) e Norte (0,5%). Já as regiões Sudeste e Nordeste apresentaram quedas de 4,8% e 2,4%, respectivamente, mantida a base de comparação.
O indicador que considera a recuperação de crédito no setor varejista registra queda de 13,8% no acumulado de 2015 (janeiro a julho de 2015), na comparação com o mesmo período do ano anterior. Na comparação interanual (julho/15 contra julho/14) houve queda de 8,5% no pagamento de dívidas. Considerando a análise mensal (julho/15 contra junho/15) o indicador apresentou leve alta de 0,3%, na série dos dados dessazonalizados. Na mesma base de comparação, todas as regiões apresentaram queda no pagamento de dívidas,

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