Procura das empresas por crédito sobe 6,7%

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A quantidade de empresas que procurou crédito em maio de 2012 cresceu 6,7% em relação ao mês anterior, segundo o Indicador Serasa Experian da Demanda das Empresas por Crédito. De janeiro a maio, a demanda das empresas por crédito registrou elevação de 0,6% em comparação ao mesmo período de 2011. Na comparação de maio deste ano com o mesmo mês do ano passado, houve queda de 1,3% na demanda das empresas por crédito.

 

Em maio, as micro e pequenas empresas, com crescimento de 7,1% frente a abril, se destacaram em termos de demanda por crédito. As médias e grandes empresas expandiram suas demandas por crédito no mês passado em 1,1% e 0,6%, respectivamente. Apesar de terem exibido crescimentos mais modestos no mês, no acumulado do ano são as médias e grandes empresas que estão registrando os maiores avanços em termos de demanda por crédito (altas de 10,6% e 15,6%, respectivamente), frente à estabilidade das micro e pequenas empresas.

 

Todos os setores econômicos cresceram as suas demandas por crédito na comparação de maio com abril. O destaque ficou por conta do setor de serviços (alta de 7,5%), seguido pelas empresas comerciais (6,1%) e pela as empresas industriais (5,8%). No acumulado do ano, as empresas de serviços estão exibindo o maior crescimento na demanda por crédito (alta de 2,8%) frente ao período de janeiro a maio de 2011. Em segundo lugar, aparecem as empresas industriais, com alta de 1,8%. Apenas as empresas comerciais recuaram suas demandas por crédito no ano, com queda de 1,3%.

 

Em todas as regiões geográficas do país, houve aumento de procura por crédito das empresas em maio de 2012. A região Norte teve alta de 12,9% frente a abril, enquanto o Centro-Oeste expandiu 6% e o Nordeste avançou 6,6%. No acumulado do ano, as regiões Centro-Oeste e Sudeste tiveram recuos na demanda das suas empresas por crédito, com variação de -0,7% e de -0,4%, respectivamente, contra o período de janeiro a maio de 2011. Por outro lado, as regiões Sul e Norte lideraram a procura, com altas de 2,8% e de 2,4%. O Nordeste atingiu 1,2% no mesmo critério de avaliação.