Um mercado que não parou

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Mesmo diante de alguns indicadores macroeconômicos desfavoráveis, devido às incertezas quanto ao crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) e da aceleração da atividade econômica, o Banco Mercedes-Benz redobrou os esforços e alcançou resultado positivo. No período de janeiro a julho deste ano, a instituição acumulou volume de R$ 9,6 bilhões em carteira, avanço de 4% sobre os R$ 9,2 bilhões registrados há um ano.
Os financiamentos para veículos comerciais contribuíram significativamente, sendo um dos fatores que proporcionaram a arrancada do Banco, somando, só em julho, R$ 284 milhões, 41% a mais que os R$ 202 milhões de igual mês de 2012. No acumulado, o segmento apresentou estabilidade nos negócios, fechando em R$ 1,4 bilhão, desempenho semelhante ao mesmo intervalo do exercício passado. “Desde o início do ano, apostamos no mercado doméstico, que ainda estava cercado por incertezas. A consistência da estratégia que adotamos, aliada à aposta na capacidade de o empresariado brasileiro retomar os investimentos, nos proporcionou desempenho positivo. Por esse passo acertado, o saldo da carteira de financiamentos do Banco apresentou incremento de 4%”, aponta Bernd Barth, presidente e CEO do Banco Mercedes-Benz.
Desempenho em automóveis
Entre janeiro e julho de 2013, o volume de novos negócios realizados pelo Banco Mercedes-Benz para o segmento de automóveis assinalou decréscimo de 5%, com R$ 73 milhões contra R$ 77 milhões. Na comparação sazonal, em julho deste ano foram liberados R$ 8,5 milhões, queda de 50% sobre igual mês de 2012. “Diferentemente do que ocorreu no início do ano, a venda de modelos premium vem apresentando oscilações, decorrentes da alta do IPI e do dólar, o que tem afetado a demanda. Com esse cenário, o segmento tem revisto as estratégias. Para fortalecer as vendas da marca, o financiamento tem se tornado uma opção cada vez mais vantajosa. Por isso, o Banco Mercedes-Benz, em parceria com a Fábrica, tem oferecido condições exclusivas aos Clientes, com taxas diferenciadas”, avalia Barth, acrescentando que a baixa de julho não impacta as perspectivas e o otimismo da instituição para um aumento dos financiamentos.