GUERRA DE BANCOS ??



Toda vez que uma empresa quer crescer sua participação no mercado, dois caminhos são normalmente utilizados: Comprar o mercado (o mais comum) ou adotar iniciativas estratégicas que através de ações localizadas conseguem este objetivo.

 

Se você leu o livro “Marketing de Guerra” de All Ries, sabe que estamos falando de um ataque frontal ao líder de mercado ou o famoso flanqueamento (se não leu, leia).

 

Temos observado uma ação muito forte no sistema financeiro que reflete extamente este tipo de estratégias, redução na taxa de juros para capturar os novos clientes não usuários.

esta ação esta sendo puxada fortemente pela

 


 

E pelo

 


 

Não venham me falar que por serem estatais e por estarem pensando no melhor para o Brasil, estão forçando os bancos a reduzirem suas taxas!

 

Vou começar a rir e não paro mais; se isto fosse verdade por que não reduziram ainda mais?

Afinal mesmo reduzidas nossas taxas financeiras são “indecorosas“.

 

Porque então a Caixa não reduziu o credito imobiliário? seia muito mais “patriótico”.

 

Como disse no primeiro paragráfo, um celebre ATAQUE FRONTAL  ao castelo onde a arma utilizada como “arriete” é a taxa de juros.

Porém como toda a vez que se ataca um castelo, vamos aguardar o “oleo quente” no contra-ataque.

 

Os líderes (em emprestimos) estão se utilizando do “inconveniente de mudança” para os usuários como arma de enfrentar o ataque.

Quanto tempo será que vai durar?

 

Enquanto isso o mercado (nós consumidores de dinheiro) aguarda o final da batalha e torce para que nossas “corajososas e preocupadas” instituições financeiras estatais vençam a guerra por todos nós brasileiros”

Vamos aguardar o

 


 

Adoro o Marketing, um setor que consegue utilizar como arma, diferentes formas de dizer a mesma coisa; porém sempre com aquela que vai beneficiar seus cliente.

 

Não sei bem, mas acredito que todo marketeiro deveria ter nocões de advocacia ou todo advogado deveria ter noções de marketing

 

Não existem “santos”, cuidado o mundo dos negócios é frio e calculista e quer ganhar sempre.

 

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O mundo é um mar de oportunidades, mas você precisa saber nadar

 

Boa semana á todos!

Consultor na Mazza Consultoria em Gestão Empresarial, Treinamentos e Capacitações. Autor dos livros "CRM Sucessos & Insucessos (2009) e Clientes & Empresas como Cães & Gatos (2012)".

1 COMENTÁRIO

  1. O spread no Brasil é muito alto, o que justifica baixar os juros. Eu soube que recentemente bancos estatais da Islândia perdoaram dívidas cujas garantias eram as moradias dos cidadãos; a justificativa: “somos um país conhecido pela qualidade de vida, não vamos abrir mão disso por conta de um sistema financeiro ambicioso”. No caso brasileiro, eu vejo como uma forma de incentivar a atividade econômica onde ainda temos “manga” bem grande – juros.

  2. Sinceramente, devemos estar atentos à cortina de fumaça que isso representa. O projeto de poder da turma de plantão é ganancioso. O que falta para isso? Tomar o poder nas principais capitais. Por isso essa “mexida” nas taxas é para criar um factóide – nos moldes do PAC, empacado – para ganhar esse terreno. Quem observar, verá!

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