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Estudo Nielsen sobre Comunidade LGBT+: inclusão avança, mas ainda há muito a ser feito

Estudo sinaliza que marcas precisam de meios certos para gerar conexão na comunidade, que passa em média 3 horas por semana acompanhando influenciadores.

A Nielsen apresenta neste mês dados inéditos da pesquisa “Comunidade LGBT+: o que está em foco?”. Em sua segunda edição, o estudo – apresentado em webinar no Mês do Orgulho, tem como objetivo estimular a diversidade, apontando a situação atual e próximos passos rumo à inclusão, além de revelar hábitos de consumo de mídia da comunidade e da população em geral. Por meio de insights exclusivos, retrata as tendências deste grupo em diversas frentes, o que permite orientar as estratégias de mercado das empresas e influenciadores no sentido de fomentar uma sociedade mais inclusiva e representativa.

Realizado entre os dias 3 de fevereiro e 10 de abril deste ano, com uso de questionário online para 602 pessoas de todo o país, sendo 50% dos entrevistados membros da comunidade LGBT+, o levantamento analisou influenciadores, serviços de streaming, redes sociais, mídia, entre outros segmentos. Além disso, a pesquisa divulgou os comportamentos de consumo, presença no ambiente online e opinião sobre representatividade em propagandas, fazendo um comparativo entre a comunidade e a população em geral.

Eis os destaques da nova leva de dados inéditos da pesquisa:

1. Influenciadores são vistos como a principal conexão da comunidade com marcas;

2. Plataformas de streaming são percebidas como as mais diversas e inclusivas;

3.Pessoas não-binárias e transgêneros consideram-se as menos presentes em publicidade;

4. Comunidade acredita que a mensagem transmitida pela publicidade é mais relevante que o produto.

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