Mais da metade dos m-consumidores brasileiros compram em sites estrangeiros

Pesquisa da Ipsos encomendada pelo PayPal descobriu também que 75% das lojas online no País já têm sites adaptados para a telinha.
Os consumidores estão comprando no celular a uma taxa maior do que nunca – em todo o mundo. Até por causa disso, expressões como “mobile first” e “mobile only” estão se tornando cada vez mais comuns entre os internautas, que passam horas a fio de cabeça baixa olhando para as telinhas de seus celulares. Este foi o pano de fundo para que o PayPal encomendasse uma pesquisa global sobre o assunto a Ipsos. O questionário focou nos hábitos de consumo online, divididos em três áreas principais: o comportamento do consumidor na hora de pagar pelo smartphone; os principais incentivos e barreiras para comprar via mobile; e o quanto essa forma de compra online cativa esses consumidores. A Ipsos entrevistou 22 mil consumidores e 4.600 lojistas em onze mercados, sendo 2 mil consumidores e 500 lojistas no Brasil. E descobriu, entre outras coisas, que quase 80% dos e-consumers compraram via smartphone nos seis meses anteriores à pesquisa. Apesar disso, curiosamente, 37% das empresas globais ainda não estão preparadas para dispositivos móveis (ou seja, não têm sites responsivos, que se adaptam às telas dos smartphones). Esse índice, no Brasil, é de 25%, o que faz bastante sentido, já que, segundo o IBGE, por uma questão de preço, os smartphones são o principal meio de acesso dos brasileiros à internet e às redes sociais. Eis outros highlights da pesquisa Ipsos, tanto do ponto de vista dos comerciantes quanto dos consumidores brasileiros:
 76% dos consumidores pesquisados disseram usar dispositivos móveis para fazer compras ou pagamentos online.
 74% dos lojistas brasileiros entrevistados garantiram que têm versão otimizada (responsiva) de suas lojas online para smartphones.
 Em relação ao tíquete médio do comprador online brasileiro, ele gasta em torno de R$ 503 por mês em compras via celular.
 60% dos consumidores brasileiros dizem pagar contas ou fazer compras online via celular pelo menos uma vez por semana.
 Já os comerciantes entrevistados garantiram que 44% de suas vendas online se dão por meio de dispositivos móveis.
 Outra informação interessante é que 43% dos consumidores entrevistados no Brasil disseram ter feito compras online por meio de redes sociais nos seis meses que antecederam a pesquisa realizada pela Ipsos.
 Do outro lado, 52% dos lojistas nacionais entrevistados garantiram já estar vendendo produtos e serviços via redes sociais.
 94% dos m-consumers brasileiros pagam contas ou fazem compras via aplicativos instalados em seus celulares. Destes, 47% garantem usar os aplicativos pelo menos uma vez por semana.
 A Ipsos também quis saber quantos internautas brasileiros costumavam fazer compras online internacionais via dispositivos móveis. E mais da metade (51%) respondeu que esta é uma modalidade comum de compras

Pesquisa: 80% dos líderes consideram a automação de processos importante para melhorar a excelência no atendimento ao cliente
A NICE divulgou insights de um novo estudo de pesquisa encomendado, conduzido pela Forrester Consulting, que mostra a conexão entre um melhor atendimento ao cliente e a Automação Robótica de Processos (Robotic Process Automation – RPA). Os resultados da pesquisa indicam que 80% dos líderes de negócios entrevistados consideram que o RPA é importante para tornar as equipes de atendimento ao cliente mais eficientes. Os mesmos 88% consideram uma estratégia de mitigação de custos, e 72% relataram considerar o RPA um facilitador para o autoatendimento do cliente nos canais emergentes.

Brasil melhora no ranking de experiência de vídeo móvel, indica Opensignal
A experiência de se assistir a um vídeo em celulares melhorou em 59 dos 100 países analisados na pesquisa realizada pela Opensignal. O Brasil está entre aqueles que sentiram a evolução da conexão 4G em seus dispositivos móveis e entrou para o índice considerado “boa”, com um aumento de 6,4 pontos em relação à medição do ano passado, indo de 51 pontos para 57,4, dentro de uma escala de 0 a 100 elaborada pela empresa. Na América do Sul, outros cinco países atingiram a mesma avaliação, com destaque para o Paraguai, que apresentou melhora na experiência em 16,5 pontos, indo de 44,5 pontos para 61. O Uruguai também evoluiu de maneira significativa, passando de 50,8 para 64,3 ou 13,5 pontos de diferença entre 2018 e 2019, e está prestes a entrar na categoria “muito boa”. Os outros países que estão na categoria “boa” são Argentina, Chile, Colômbia e Bolívia – o único da região que estava na categoria em 2018. Fonte: Mobile Time