Aché aposta na automação para vender mais

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Há um mês,o laboratório Aché implantou a operação de módulo de visitação de farmácias CISFarma, da 7COMm – empresa brasileira especializada em sistema de captura de transações e transferência de dados. Esta foi a estratégia montada pelo laboratório, que partiu para a automação visando aumentar a sua força de vendas, composta por 80 consultores que visitam diariamente cerca de 1.120 farmácias, em todo o País. O processo possibilita obter informações gerenciais de qualidade sobre a área comercial e otimizar o trabalho de visitas.

Para obter informações gerenciais de qualidade sobre a área comercial e otimizar o trabalho de visitas, o laboratório Aché partiu para a automação da sua força de vendas, composta por 80 consultores que visitam diariamente cerca de 1.120 farmácias, em todo o País. Há um mês, está em operação o módulo de visitação de farmácias CISFarma, da 7COMm, empresa brasileira especializada em sistema de captura de transações e transferência de dados. O software foi instalado em equipamentos Pocket PC dos consultores, que transmitem remotamente, informações coletadas em suas visitas como posição do estoque, perfil de compra e estatísticas de demanda.
Sidinei Righini, gerente de tecnologia da informação do Aché, explica que estes dados são descarregados em uma base central, que compila as informações, faz tratamentos estatísticos entre outras consolidações e as disponibiliza para a gerência. “Apesar do curto período de operação do CISFarma, já obtivemos benefícios. Passamos a ter dados quantitativos e qualitativos do ponto de venda, que não tínhamos anteriormente”, afirma.

Além disso, a tecnologia permitiu estruturar o trabalho de visitação e, graças ao poderoso recurso de comunicação de dados do CISFarma, garantiu velocidade na disponibilização de informações para os gerentes, permitindo atualizá-la em tempo recorde. Outro benefício foi a otimização dos processos de campo dos consultores, uma vez que fornece um processo de gestão do controle de coleta durante as tarefas do dia-a-dia, o que viabiliza fazer visitas personalizadas, através dos módulos de seleção, reagendamento de visitas e programação de roteiros. “A tecnologia está subsidiando o trabalho no Aché”, argumenta.
O Aché criou a atividade de visitas a farmácias, recentemente, com o intuito de estabelecer um relacionamento direto com estes estabelecimentos, agregando mais um serviço às lojas. Até agora, todos os contatos eram feitos apenas pelos distribuidores, que continuarão exercendo seu papel na cadeia de vendas. Righini assegura que a intenção é conhecer mais de perto necessidades e deficiências do ponto de venda para criar soluções, melhorar o atendimento e desenvolver estratégias competitivas.
Com a automação da força de vendas em farmácias, o Aché quer também aprender com o processo e iniciar um projeto piloto para automação das outras linhas, compostas por 1440 consultores que visitam médicos e organizações como hospitais, clínicas, secretarias da saúde, etc. “Estes dados, futuramente, vão nos permitir traçar estratégias totalmente focadas e ainda permitir a expansão dos negócios”, justifica Righini.
A primeira fase do projeto de estruturação da coleta de dados prevê em seu roteiro o contato com cerca de 20 mil farmácias de todo o Brasil. “Em um ano, nossa intenção é atingir todos os pontos de venda, além de aumentar a equipe de consultores”.
A implementação do CISFarma aconteceu em tempo recorde. Em apenas um mês, profissionais das áreas de TI e negócios da Aché e da 7COMm, colocaram em operação o sistema, incluindo o escopo de trabalho e o planejamento do treinamento. “Tínhamos um dead line definido a partir de uma reunião já agendada com os consultores e, como eles são provenientes de todos os Estados, seria muito custoso reuni-los novamente para um treinamento”, explica.
Para Righini, a qualidade dos serviços prestados pela 7COMm foi determinante para o sucesso do projeto. “A 7COMm é um player importante deste mercado, uma vez que tem como clientes a maioria dos grandes laboratórios no segmento farma. Seu software é utilizado por mais de 3.500 representantes de laboratórios farmacêuticos do País”, acrescenta. Além disso, o laboratório Asta Médica, que foi comprado pelo Aché, já usava o CISFarma, o que ajudou na decisão.