ACSP e Facesp recebem novo presidente

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A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e a Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) contam, a partir de hoje, 23 de março, com um novo presidente, o empresário Alencar Burti. O executivo receberá os cargos do empresário Rogério Amato, que presidiu as entidades durante os biênios março 2011/março 2013 e março 2013/março 2015, em uma sessão solene da Assembleia Legislativa de São Paulo. Durante o evento também será realizada sessão de posse dos eleitos para os órgãos diretivos das duas entidades.
Alencar Burti foi eleito para o biênio março 2015/março 2017. Ele destaca a importância da liderança. “Liderar é ouvir, é conviver, é ficar a serviço das pessoas que você lidera. É uma permanente troca de ideias, com determinação e entusiasmo”, afirma. Ele ainda lembra da necessidade de as entidades se adaptarem aos novos tempos. “Aquilo que antes levava 10 anos para mudar, hoje muda em duas horas. Precisamos nos adaptar à tecnologia, que nos coloca sempre num regime de urgência”.
E também defende uma maior integração entre as Associações Comerciais. “Quero integrar as ACs de todo o Estado. Temos que trabalhar por todas. E as grandes devem ajudar as pequenas. Precisa haver integração e abertura e que sejam entendidas as diferenças entre elas. É preciso ensinar aos pequenos, ensinar que é positivo conviver com os grandes, trocar experiências, respeitando as características de cada região.”
Rogério Amato lembra as conquistas recentes da ACSP e Facesp. “Temos hoje produtos e serviços variados para atender aos nossos associados. E também atuamos como representantes deles. A nossa razão de existência é ser a voz do empreendedor – principalmente do pequeno. E, para fazer isso, é preciso ter verba. E essa é a beleza do nosso sistema: não recebemos nada de governo; então, geramos nossas receitas através de serviços e produtos voltados para as necessidades dos associados. Essa transformação foi um passo importante.”
Ele lembra outras mudanças importantes e recentes como a implantação de uma ferramenta interna de comunicação, cartões-fidelidade, plano de gestão de benefícios, produtos na área de crédito. “Toda uma reorganização foi necessária para enfrentarmos a nova realidade. A unidade das ACs é uma conquista importante, elas permanecem unidas, sob uma só Federação, e isso é raro. São mais de 10 mil dirigentes no Estado. E manter a coesão disso tudo é tarefa fundamental”, aponta Amato.