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São Paulo, Brasil - 28 de janeiro de 2022, 16:11

Ano de novas oportunidades

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Se há um ambiente em que ainda há muito para se investir e expandir é a Internet. Principalmente, pelo fato de que a cada dia surgem novidades e tendências. Uma prova disso é que mesmo com a crise que persistiu neste ano, o e-commerce apresentou resultados melhores do que o varejo físico. Uma prova de que as pessoas podem até estar mais contidas em seus gastos, mas ainda assim privam pela praticidade e comodidade. Entretanto, falando em comércio eletrônico, um grande “porém” que faz muitos clientes desistirem. É a entrega. Ou ela pode demorar mais do que desejado pelo consumidor, ou sua taxa é muito cara. Isso acaba se tornando uma dor de cabeça para os varejistas.
Passando por isso na pele, enquanto compradores online, os sócios João Cristofolini, Ismael Ricardo Costa e Daniel Frantz criaram a Pegaki, startup que tem como missão unir a dificuldade das lojas com o conceito de economia compartilhada. Ou seja, a empresa é uma rede de pontos de entrega. Assim, quando o cliente realizar uma compra em algum e-commerce e optar por um ponto da Pegaki, a compra será entregue nesse lugar. Depois, basta que a pessoa vá até o local escolhido, no dia e horário desejado, e buscar seu item. “Nosso negócio ajuda a reduzir custos e aumentar as vendas, duas das coisas mais importantes em um momento de crise como o que estamos vivendo”, comenta Cristofolini, que também é CEO da startup. 
Não por menos, a empresa não só surgiu em um momento não muito propício no País, como ainda conseguiu criar uma boa captação de novos clientes com sua proposta de negócio. “Toda crise traz oportunidade de negócios, cabe a cada empreendedor identificar quais são elas”, aconselha o executivo. Como resultado desse feeling para a oportunidade, ele conta ainda que receberam dois prêmios em 2016, que ajudaram na credibilidade e visibilidade para novos mercados e públicos. “Fomos selecionados para o Demo Day do E-commerce Brasil, sendo considerada uma das startups mais inovadoras no ano no mercado de e-commerce”, diz. “E Cotidiano Aceleradora para um programa de aceleração e recebemos nossa primeira rodada de investimento.”

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A Endeavor Global divulgou os resultados de uma pesquisa que demonstra como a crise econômica mundial está impactando os negócios dos empreendedores. O primeiro ponto da pesquisa questionava se os empreendedores estavam sentindo impactos negativos nos negócios em função da crise econômica mundial. Para 75% dos entrevistados, a resposta foi afirmativa. O principal impacto sentido foi na queda no volume de vendas (59%), seguido das dificuldades de acesso a financiamentos (37%) e o aumento dos custos de investimento (10%).

 

Já a segunda questão abordava exatamente o inverso: se os empreendedores estavam sentindo algum tipo de influência positiva. E 45% responderam afirmativamente. Entre os efeitos citados, 48% estão relacionados à contratação de talentos (mão de obra especializada), 41% às oportunidades de investimentos e 28% à menor concorrência de mercado.

 

Diante deste cenário, 71% responderam que já estavam adotando medidas para superar o cenário econômico atual buscando alternativas de financiamento (30%), enxugando suas operações (30%), diminuindo o volume de contratações (20%) e suspendendo os investimentos em novos projetos (15%).

 

No entanto, apesar destes dados, os empreendedores ainda assim esperam crescer. De 54 respostas, a média de crescimento projetada é de 38% no ano. O curioso é que essa mesma pergunta feita em novembro de 2008 apontou para uma projeção de 31% de crescimento, fato que atesta um maior otimismo entre os empreendedores Endeavor para este ano.

 

De acordo com Rodrigo Teles, diretor-geral da Endeavor, a pesquisa reafirma a percepção da maioria dos empreendedores, que estão extraindo da crise uma série de oportunidades. “O lado positivo é que este cenário tem levado os empreendedores a reavaliarem as estratégias de negócios e as operações. Como resultado, esta emergindo empresas mais enxutas, eficientes e competitivas”, declarou.

 

A enquete foi realizada entre abril e maio e envolveu 65 empreendedores de 11 países, entre eles Brasil, Chile, México, África do Sul, Turquia, Índia, Colômbia, Egito, Uruguai, Argentina e Jordânia. Em comum, todos têm o apoio da Endeavor em seus respectivos países e se destacam pelo alto potencial de crescimento e de inovação.

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