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Atentados mudam perfil do consumidor americano

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As ações terroristas, nos EUA, provocaram uma reação instantânea nos consumidores. A maior delas é a mudança de hábito de compra, como avalia o vice-presidente Ted Matnijec, da Rockwell, americana, em visita ao Brasil. A empresa, que atua em vários segmentos como DAC e solução de simulação de operação de centrais de atendimento, é representada no País pela Paragon.

“O impacto é claro. Em função de observarem o aumento das compras pela Web, por exemplo, as empresas passaram a intensificar campanhas de fax e e-mail”, pondera o executivo, responsável mundial pelas ferramentas de simulações. Ele detecta neste movimento de consumo que as empresas, ao menos nos EUA, estão se preocupando em redimensionar suas áreas de atendimento – independente do canal aberto ao cliente – e conhecer mais o comprador, do lado do balcão.

“Essa onda é das empresas conhecerem cada vez mais seus clientes para atendê-los cada vez melhor. O que está ocorrendo é que o consumidor está saindo menos às ruas e está preferindo receber suas compras em suas residências”, explica.

Sua visita ao Brasil faz parte de uma peregrinação mundial. “Ele sempre faz as visitas cara a cara com clientes para observar o mercado local e detectar suas peculiaridades, além de agregar o seu conhecimento”, explica Luiz Augusto Franzese, diretor da Paragon.

Além de visitar potenciais clientes no País, Matnijec trouxe a notícia de instalar um centro de treinamento local. “A proposta é mostrar comprometimento com o mercado uma vez que o ideal dos sistemas de simulação é focar os clientes com uma visão de longo prazo”, justifica Franzese.

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