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Cabeamento estruturado

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Sem uma boa infra-estrutura de cabeamento, a plataforma tecnológica mais inovadora pode tornar-se um instrumento de pouca utilidade. Portanto, um cabo com problemas pode estragar a transação eletrônica mais importante de uma empresa. Carlos García, diretor geral da Panduit na América Latina e Caribe, comenta que, do total de problemas da rede, 80% tem a ver com o cabeamento estruturado; 15% tem sua origem em aspectos de energia elétrica e, somente, 5% são atribuídos à própria ferramenta tecnológica.
“Existe uma cultura incipiente em torno deste tema. As empresas do setor tecnológico, como a Cisco e a Intel, sabem que o aspecto da infra-estrutura é extremamente estratégico. No entanto, se a tecnologia não é o eixo fundamental de uma empresa, o cabeamento deixa de ser relevante”, menciona o executivo.
“As organizações dependem, cada vez mais, do correto funcionamento de seus sistemas empresariais tipo ERP ou CRM. Para oferecer os melhores resultados, essas plataformas têm que estar respaldadas por uma boa infra-estrutura técnica, a qual deve contemplar o fator do cabeamento. Nesse sentido, se um elemento causar uma falha da solução corporativa, a empresa poderá perder a oportunidade de gerar uma transação ou manter uma comunicação adequada com seus clientes. Portanto, ninguém deve ignorar este perigo”.
O executivo acrescenta que, quando se procura reduzir os custos e, possivelmente, o nível de investimento, deve-se considerar investir em convergência tecnológica, fundamentalmente em telefonia IP, considerando um cabeamento estruturado, possivelmente categoria 6 ou de maior performance, para estar preparado para a próxima consolidação tecnológica.
Aumentar a performance, diz Carlos, refere-se, em primeiro lugar, a administrar melhor os recursos, o que daria uma performance extra. Isso tem uma correlação com o definido na questão do rendimento, mas com possibilidades adicionais na rede: mudar hubs por switches, aumentar o nível de switching na área de sistemas principal; ter um sistema de cabeamento estruturado com uma largura de banda maior; segmentar adequadamente a rede, e revisar prioridades na programação.
Mas, a tecnologia sem fio para redes empresariais substituirá os cabos? Segundo García não, porque esse tipo de conexão é uma opção com uso recomendado somente para algumas aplicações. “Na verdade, é um complemento para as soluções baseadas em cabos. Adicionalmente, as novidades mais interessantes na área de redes estão ocorrendo em relação aos cabos e conectividade. O caso da fibra óptica é um bom exemplo”, explica.

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