Celular, cinema e pipoca

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Os coletores de dados da Motorola estão sendo empregados no projeto de mobilidade realizado pelo Cinemark. Com eles, funcionários da rede de cinemas podem ler os códigos de barras binários nos visores dos celulares dos usuários que adquiriram ingressos pela Internet – quando o cliente optar por receber o código no aparelho, em vez de imprimir os tíquetes para apresentar na bilheteria. Ao todo, são 60 aparelhos MC50 da Motorola, em 26 unidades do Cinemark espalhadas pelo Brasil.


A iniciativa faz parte da primeira etapa de um projeto do Cinemark, que visa oferecer aos clientes novas formas de aquisição e recebimento de ingressos. “Temos como objetivo prover serviços para que todos desfrutem do lazer sem contratempos, como filas, por exemplo. Poder sair de casa com o ingresso no bolso e não pegar grandes filas para entrar nas salas é um cenário diferenciado de entretenimento, e certamente o usuário final reconhece isso”, destaca Cristiano Hyppolito, gerente de TI do Cinemark.


Segundo Vanderlei Ferreira, diretor-geral de Mobilidade Corporativa da Motorola, as soluções de mobilidade corporativa hoje são vistas como importantes ferramentas de mercado, ultrapassando o antigo estereótipo de equipamentos pesados, que só servem para utilização dentro de armazéns ou leitura de consumo de água. “O projeto do Cinemark demonstra como o cidadão comum também pode se beneficiar com o emprego dessas soluções, e as empresas, identificarem novas oportunidades de negócios”, completa.


O piloto foi testado no Cinemark do Shopping Iguatemi de São Paulo. Em seguida, foi implementado em Curitiba, Salvador, Rio de Janeiro, Vitória, Barueri (SP), Brasília, Florianópolis, Goiânia, Porto Alegre, Niterói (RJ) e Campinas (SP), além de dez unidades na capital paulista. Segundo o Cinemark, o projeto deverá em breve ser expandido, não apenas no número de unidades atendidas, como também na oferta de novos serviços.