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Celular no varejo

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O m-commerce deve ser uma realidade no Brasil em dois ou três anos. Este foi o consenso que chegaram os debatedores do painel “M-commerce: o uso do celular no varejo”, durante o III Tela Viva Móvel, realizado nessa semana, em São Paulo. Para o gerente de desenvolvimento de produtos VAS da TIM Brasil, Vicenzo Di Giorgio, a união entre o celular e o e-commerce faz todo o sentido já que a penetração de celulares no Brasil é elevada e torna o serviço viável. Um dos problemas a ser enfrentado é a desconfiança que os usuários têm com a segurança das transações. “Não é fácil começar, mas com valores baixos de produtos e serviços podemos conquistar a confiança dos usuários”, explica Di Giorgio.
Segundo o gerente de desenvolvimento de produtos da VisaNet, João Roberto Pagliuso, o sistema envolve um pré-cadastramento do usuário, mas a recarga é feita usando as URAs das teles.”Mercado existe. Reconhecemos segmentos em que ainda não estamos presentes por questão de custo dos POS (pontos de venda) e vemos o celular como uma oportunidade para entrar nesses mercados”.
Já a aplicação de m-banking, precisa de uma definição do modelo de negócios e dos preços, da certificação e autenticação do token (terminal, no caso, o celular) e de uma solução tecnológica abrangente que atenda simultaneamente os bancos, as necessidades e demandas dos correntistas. Esses são os principais desafios, afirma Clécio R. dos Guaranys, diretor executivo e sócio-fundador da M4U, empresa que desenvolve soluções e aplicações corporativos móveis. Os bancos e administradores de cartões de crédito, principais interessados nos serviços de m-banking e m-payment, de acordo com Guaranys, estão numa “fase árida de discussão interna” para desenvolver modelos para este tipo de aplicação.
O uso de mobile banking é sucesso na Coréia, onde conta com mais de 3 milhões de usuários. O serviço deslanchou depois que a LG Telecom ofereceu uma lucrativa aliança para os bancos locais: estes venderiam celulares habilitados para mobile banking e receberiam cerca de US$ 50 por aparelho vendido e a tarifa cobrada do usuário final por tráfego ilimitado de dados em operações bancárias seria de apenas US$ 0,08 por mês.

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