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Cidades digitais

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A primeira etapa do Ranking Motorola de Cidades Digitais mostrou que 70% das 150 prefeituras inscritas no estudo estão em processo de digitalização da administração pública, mas com diferentes realidades, segundo cada município. Essa é a fase inicial do estudo, que foi concluído com a seleção das 25 cidades latino-americanas finalistas. Na segunda e última etapa da pesquisa, será medido o nível de interação digital entre Estado, indivíduos e empresas de cada município.

 

Em geral, a pesquisa, realizada pela consultoria argentina Convergencia Research em 15 países da América Latina, demonstrou que os aspectos mais desenvolvidos na região são a digitalização interna: as aplicações administrativas. Entre as repartições públicas, 83% estão interconectadas na mesma rede, e 50% das cidades utilizam mais de uma tecnologia de acesso para conexão. “O estudo demonstra que as cidades da América Latina começaram a digitalização dos municípios”, afirma Manuel Moreno, gerente de marketing de banda larga sem fio da Motorola.

 

No entanto, as áreas digitalizadas nos governos municipais mostram diferentes cenários. Em algumas cidades, se destaca a expansão de redes sem fio gratuitas para oferecer acesso aos cidadãos em lugares públicos. Em outros casos, os municipios também contam com serviços por meio dos sites municipais e, em outros, há avanços em telessaúde, telessegurança e tele-educação.

 

No Brasil, os municípios possuem sites com muitas informações, integração com plataformas estaduais e um importante desenvolvimento em transações diversas, além de extensão de infraestrutura sem fio e de aplicações em segurança. Sendo São Paulo e Salvador as cidades mais bem posicionadas do ranking.

 

Na cidade baiana, 90% das secretarias estão conectadas em uma mesma rede e 100% delas dividem aplicações. A liderança desta cidade pode ser observada por meio do portal na Internet, que oferece interação entre o município e as repartições públicas. No endereço eletrônico, é possível realizar diversas operações, obter o status de solicitações e candidatar-se a concursos públicos, entre outros. Salvador também avança sobre a extensão do acesso realizado por meio de redes sem fio gratuitas.

 

Já São Paulo, conta com 99% das secretarias interconectadas em uma mesma rede, as quais dividem aplicações. A cidade usa intensivamente tecnologias como sistema de rastreamento, telemetria e transferência remota de dados. Seu website, assim como o de Salvador, é um verdadeiro portal de interatividade com o município. Para aumentar o acesso, a cidade ainda disponibiliza cerca de 300 telecentros municipais ou semi-municipais (neste caso, com parcerias de empresas privadas que financiam parte do empreendimento), além de espaços com acesso para pessoas com necessidades especiais. As redes sem fio gratuitas da Sâo Paulo estão disponíveis em escolas, que ficam abertas nos finais de semana, além de museus e bibliotecas. Na área de telessaúde as instituições públicas paulistas possuem um sistema de agendamento de consultas (SIGA) que atende a 15 milhões de usuários e agenda 60 mil consultas por dia, das quais 12 mil são especializadas, com confirmação via celular.

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