Clique e visite a landing do Congresso ClienteSA 2022

O canal para quem respira cliente.

De olho no e-commerce

Share on facebook
Share on whatsapp
Share on twitter
Share on linkedin
Autor: Ismael Moisés de Paula Junior
Com a proximidade do Black Friday e das compras de finais de ano, volta à tona o novo regramento do comercio eletrônico estabelecido pelo Decreto nº. 7.962/2013, que regulamenta a Lei nº. 8.078/1990 (Código de Defesa do Consumidor) no que diz respeito às contratações efetivas por meios virtuais.
O Black Friday, evento varejista de origem norte-americana famoso pela concessão de descontos vultuosos,  ocorrerá no Brasil no próximo dia 29 de novembro de 2013 tendo por principal cenário o comercio eletrônico. Neste ano, contando com a adesão de grandes empresas varejistas nacionais e internacionais, o Black Friday promete conquistar um elevado número de consumidores através de ofertas veiculadas na internet, que terão validade apenas para o dia do evento.
Todavia, apesar dos descontos prometidos, o consumidor deve ficar atento se os fornecedores participantes do evento estão cumprindo as exigências estabelecidas pelo Decreto nº. 7.962/2013, especialmente para evitar transtornos e ocorrências de fraudes. De acordo com esta nova normativa, os websites e demais meios eletrônicos utilizados para relações de consumo devem obrigatoriamente disponibilizar informações claras a respeito do produto, serviço e do próprio fornecedor. Exige-se, também, a facilitação do atendimento ao consumidor, bem como respeito ao direito de arrependimento.
De todo modo, recomenda-se que o consumidor, antes de finalizar qualquer compra na internet, busque referências confiáveis a respeito do fornecedor do produto ou do serviço ofertado, especialmente nos casos de promoções extremamente vantajosas, onde há um risco maior de ocorrências de fraudes.  Vale frisar que o Procon do Estado de São Paulo, através de seu sítio eletrônico (www.procon.sp.gov.br), disponibiliza uma lista com empresas não recomendadas para efetivação de transações via internet.
Recomenda-se, ainda, que o consumidor imprima todas as telas e documentos necessários à confirmação da efetividade da operação realizada na internet, visto que tais impressos futuramente poderão ser utilizados para embasar possíveis reclamações ou até mesmo demandas judiciais.
De outro lado, o fornecedor atuante no comercio eletrônico deve zelar pelo fiel cumprimento das disposições expressas no Decreto nº. 7.962/2013, visando, assim, evitar o aumento de suas contingências, que, além de prejuízos financeiros, acaba gerando uma imagem negativa para os seus negócios.
 
Ismael Moisés de Paula Junior é advogado do Massicano Advogados. 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima