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Distribuição reforçada

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Além de estabelecer parcerias com as grandes redes de varejo para a distribuição do seu modelo de PC-Conectado (projeto de microcomputador popular com Internet, que será subsidiado pelo Governo), a Cobra Tecnologia está estudando a utilização de pequenas revendas e montadoras de micros em sua estrutura logística. O objetivo, explica o presidente da empresa, Leandro Vergara, é aproveitar a grande capilaridade deste tipo de canal e sua forte proximidade com o usuário doméstico, não apenas na distribuição, como também no suporte técnico das máquinas.
“Esta pequena revenda tem uma inegável vocação para a venda e prestação de serviços junto ao usuário doméstico e à pequena empresa. Sua inclusão em nossos planos leva em conta não só este fator, mas também a possibilidade de ajudar um grande número de pequenos empreendedores de informática a adotar novos processos de negócio, típicos de redes organizadas”, assinala Vergara.
Altamente disseminada no país, a pequena revenda de informática, que monta micros sem marca, ou de marcas pouco conhecidas, é sabidamente uma grande força de vendas do setor, mas tem tido pouca atenção de governos passados e é freqüentemente discriminada com estigma de “mercado cinza”. Embora não existam estatísticas confiáveis sobre o segmento, estima-se entre 10 mil e 15 mil o número destas micro-empresas (até 20 funcionários) em todo o território, inclusive representando a única frente de suporte disponível em certas cidades afastadas dos grandes centros.
No modelo em estudo na Cobra, este contingente de pequenos empreendedores pode ser rapidamente treinado e reunido numa rede com procedimentos homogêneos para a venda e prestação de assistência técnica remota ou de balcão. “Podemos ter, por exemplo, um único número telefone 0800 para todo o território nacional, mas distribuir o atendimento dos chamados por centenas de pontos de atendimento dispersos, formados por estas revendas. Se esta proposta vingar, será uma espécie de call-center virtual, com administração e controle totalmente centralizados, mas com atendimento distribuído ao longo da rede de parceiros”, assinala o presidente da Cobra.

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