DRM conquista nível 2 do CMM

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O software brasileiro está definitivamente em um patamar internacional de qualidade no seu desenvolvimento. Agora é a Fábrica de Software da DRM Serviços de Consultoria, empresa nacional, que chega ao nível 2 do CMM-Capability Maturity Model, modelo de qualidade de processos. A avaliação foi realizada pela Integrated System Diagnostics Brasil (ISD Brasil), empresa reconhecida pelo Software Engineering Institute (SEI), criador do CMM, e única no país habilitada a fazer avaliações segundo o modelo com profissionais brasileiros.

“Empresas de software como a DRM precisam de validações como a do CMM que garantam que os processos estejam em níveis internacionais de aceite”, avalia Fernando Mellaci, diretor executivo da empresa. Os serviços de fábrica de software DRM englobam um processo formal de desenvolvimento, que contempla todas as áreas de conhecimento envolvidas: modelagem de negócio, gerência de requisitos, análise e projeto, arquitetura de sistemas, especificações técnicas, construção, testes e implantação. Oitenta funcionários da fábrica estão atuando pautados pelo CMM. São cerca de seis processos e dez produtos da DRM desenvolvidos de acordo com as diretrizes do modelo.

A implantação do CMM da DRM teve início em 2003 e a avaliação foi concluída em agosto de 2005. Segundo Jacinto Godoy, diretor de marketing da DRM, além do surgimento de novas oportunidades de negócio impulsionadas pelo CMM, a empresa já percebe benefícios como maior visibilidade sobre o andamento dos projetos, maior nível de integração com clientes e parceiros – que seguem o mesmo caminho pela busca da qualidade – e inserção da DRM em novos mercados tais como o de Business Intelligence.