E.life mostra futuro das redes sociais

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A mescla de uma crescente compreensão do potencial das mídias sociais por parte das empresas, as novas tecnologias e o ingresso maciço de adeptos ao mundo das redes sociais, além da expansão da banda larga e o próprio comportamento do internauta, indicam grandes transformações do mundo digital. Atenta a esse “movimento” constante, a E.life realizou um apanhado e identificou tendências para 2011.


Em 2010 o Orkut deixou de ser líder na Índia e a E.life acredita que em 2011 será a vez do Brasil de assistir o começo do êxodo dos usuários do Orkut para o Facebook. À medida que a plataforma de Zuckerberg  avança no mundo, paralelo à crescente inclusão do Brasil em campanhas de marcas globais, mais consumidores se registarão no Facebook, levando em paralelo uma legião de amigos. O efeito será sentido pelo líder absoluto brasileiro nas redes sociais.


A ascensão do atendimento ao consumidor nas redes sociais: na metade do ano 2000 áreas de atendimento das empresas viram o canal e-mail tornar-se um dos preferidos pelos consumidores. No início dessa nova década uma revolução nada silenciosa que começou com os blogs agora toma conta de cada pedaço do que se chamou mídia social. Milhões de brasileiros no próximo ano vão reclamar do banco, da companhia de telefone, do supermercado e de tantos outros serviços. A diferença é que no ano que vem muito mais empresas estarão “lá” para ouvi-los e atendê-los.


Marcas anunciam para os brasileiros no Twitter: provavelmente já no segundo trimestre de 2011 agências brasileiras terão um novo desafio, o de criar microanúncios para o microblog que mais cresce no mundo. O Twitter ainda não revelou todos os detalhes de sua oferta de venda de publicidade. Entretanto, já se sabe que para cadastrar potenciais anunciantes, dois formatos estarão disponíveis: tweets patrocinados e trends patrocinados.


A E.Life também aposta num foco maior no pré-compra (empresas prestarão mais atenção no comportamento de compra dos consumidores nas redes sociais, mapeando não apenas o pós-compra, como acontece hoje) e o fim das barreiras on-line/off-line (o mais importante será a chegada das redes sociais aos pontos de venda físicos).