Economia na era do consumidor digital

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Entramos na era da economia do consumidor digital e, com isso, empresas reconhecem a importância de iniciativas digitais para o seu sucesso, assim, possuem uma estratégia unificada, que orienta todas as suas iniciativas digitais, de acordo com o Relatório Global de Tendências, publicado pela Tata Consultancy Services (TCS). Intitulado de “O Caminho para a Recriação: O Status e o Risco Elevado das Iniciativas Digitais”, o estudo pesquisou mais de 800 empresas globais sobre seus investimentos digitais até a data e o retorno do investimento que foi recebido, bem como as suas expectativas para o futuro. 
“A economia mundial está no meio de uma mudança tectônica, da Economia da Internet para a Economia do Consumismo Digital. Cinco principais tecnologias digitais estão direcionando esta mudança: Big Data e analítica, computação nas nuvens, computação móvel e ubíqua, meios sociais, robótica e Inteligência Artificial. Individualmente, estas tecnologias são de fato poderosas, mas quando estão combinadas, têm o potencial de mudar fundamentalmente a maneira como os produtos são desenvolvidos pelas empresas, como são posicionadas no mercado e como interagem com os clientes em todos os principais setores”, afirma N Chandrasekaran (Chandra), CEO e diretor geral da TCS. “No entanto, com tanto em jogo, é vital que as empresas direcionem as atividades que realizam neste espaço para os objetivos adequados do negócio. Está claro que esta estratégia é a melhor maneira de maximizar o retorno sobre o investimento e, embora possa ser difícil, as empresas que trabalharem assim poderão sobreviver e prosperar na nova economia digital.”
Os principais dados do relatório incluem: 
– 57% dos líderes digitais focam seus esforços digitais em uma quantidade menor de recursos empresariais. Enquanto os seguidores tendem a concentrar menos os esforços entre vários objetivos relacionados ao negócio.
– Os líderes alcançaram capacidades superiores na compreensão dos objetivos dos clientes em três áreas: identificar as necessidades do cliente para novos produtos ou serviços (61% dos líderes, em comparação a 34% dos seguidores); aperfeiçoar as previsões de demanda (33%, em comparação a 18%); adaptar os serviços a segmentos de clientes menores e específicos (30%, em comparação a 17%).
– Os líderes quase dobram a porcentagem de seguidores quanto ao fato de potencialmente já terem no mercado uma oferta digital completamente nova (89% dos líderes, em comparação a 48% dos seguidores).
– 74% dos líderes se concentram na utilização das iniciativas digitais para prever com mais exatidão a demanda por produtos ou serviços. Enquanto 66% dão prioridade às iniciativas que lhes permitam monitorar como os clientes estão usando produtos ou serviços para identificar a necessidade de novas ofertas.
– Alcançar uma melhor compreensão por meio da utilização do Big Data também é um dos focos principais para os investimentos a um nível mais amplo. As empresas supõem gastar mais de seus pressupostos digitais em Big Data do que em qualquer outra tecnologia. Durante os próximos três anos, 28% de todos os investimentos digitais serão gastos em tecnologias de Big Data, em comparação com aproximadamente 20% em redes sociais, 20% em recursos móveis, 19% em computação em nuvem e 13% em Inteligência Artificial e robótica.
– Atualmente, as empresas estão contando especialmente com aplicações móveis e análise de redes sociais como fonte de dados sobre seus clientes, as duas tecnologias são usadas por 50% dos entrevistados. 
“Nosso relatório mostra que aproximadamente 70% das empresas reconhecem a importância das iniciativas digitais. Conforme foi demonstrado pelos líderes digitais com quem conversamos, as empresas que investem em atividade digital alcançarão um melhor resultado ao dedicar energia em uma estratégia direcionada, movendo-se em direção à Recriação Digital”, adiciona Chandra.

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