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Em prol do acolhimento de qualquer cliente

Se sentir ouvido, receber atenção devida, saber que não é apenas um cifrão e que você realmente importa para as empresas. Esses são alguns pontos que fazem a diferença para o cliente, quando está disposto a ter um relacionamento com algum negócio. Principalmente, quando envolve questões de atendimento de clientes deficientes e à acessibilidade deles, é uma sensação de acolhimento que traz vantagens tanto para os portadores de necessidades especiais, como para o restante do público, em geral, como explica Ana Paula Peguim, coordenadora de acessibilidade do Sebrae-SP. “Investir na acessibilidade beneficia a todos os clientes, sejam pessoas com deficiência, idosos, gestantes e mães/pais com crianças. O espaço se torna acessível e acolhedor para todos”, diz.
Um dos retornos que a empresa consegue com esse investimento, segundo ela, é a ampliação na carteira de clientes, promovendo o aumento nas vendas e a fidelização do cliente. Além disso, o negócio não deve pensar na adaptação dos clientes como uma obrigação. Deve partir dele a conscientização de procurar formas de se aproximar a todos os tipos de públicos e acolhê-los da melhor maneira. “Uma empresa que possui essa preocupação se destaca no mercado por ouvir o seu cliente, atender suas necessidades, ter um atendimento personalizado e conseguir fidelizar”, acrescenta. 
Sem contar que há uma grande probabilidade da empresa se tornar uma referência para os consumidores e reconhecida por tal atenção. Da mesma forma, que poderá se tornar uma influência para outros negócios, que perceberão seus benefícios. “Todo cliente que encontra uma empresa preparada, que percebe a preocupação em atender melhor, sente-se importante. Percebe que a empresa não está procurando apenas vender, mas em oferecer um bom atendimento e relacionamento com os clientes”, aponta Ana Paula.
Entretanto, não basta apenas investir em acessibilidade, tanto no atendimento quanto no deslocamento desse cliente. É preciso saber sobre as necessidades de locomoção e comunicação dos clientes com deficiência e dos demais. Em seguida, entender que essas necessidades beneficiam a todos, para, então, buscar orientação de como realizar adequadamente estas adaptações. “O último e, não menos importante, é lembrar que estamos lidando com pessoas e não com deficiência. Se aprendermos a olhar as pessoas e não a deficiência, aprendemos a ter respeito. Assim o atendimento será mais acolhedor e natural”, ressalta. Ao contrário do que muitos acreditam, procurar tratá-los de maneira diferente, somente por conta da deficiência, é algo que deve ser evitado. 

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